Primeiramente gostaria de agradecer a todos que seguem esse blog, comentam, acompanham e até mesmo você que esta aqui pela primeira vez...
No auge de uma pressão psicológica de vários sentidos resolvi desabafar aqui já que tentei desabafar pra minha cadelinha, a Nina, mas ela não entende nada só quer brincar e fazer bagunça. Então espero que quem leia tire algum aproveitamento do sentimento que vou tentar descrever aqui...
De um tempo pra cá venho tentando entender por que o ser humano faz certas (ou erradas) coisas, e ao mesmo tempo por que é tão fácil pra eu saber o que esta acontecendo com um porem, me sinto como se eu estivesse de mãos atadas e não consigo fazer nada para alterar esses pensamentos ou atos.
Você com certeza já se sentiu como se o mundo inteiro agisse contra você? Você se pergunta todos os dias por que isso aconteceu logo com você? Eu sei o porquê disso... O que acontece é que você percebe o que está acontecendo a sua volta, mas prefere automaticamente se esconder disto, prefere “deixar pra lá’’do que fazer alguma coisa para mudar...
Sabe do que eu cansei??? Cansei de ser a pessoa que vê e faz de conta que nada esta acontecendo, cansei das pessoas que se aproveitam das fraquezas do próximo... Que se aproveita da bondade, cansei de tantas coisas erradas... cansei de lamentações..cansei de ficar pra traz...cansei de ver pessoas que agem de má fé e estão por ai a continuar fazer o mau...cansei de sofrer... Sofrer em que sentido você se pergunta... Eu te respondo, o sofrimento pra mim é ficar lamentando o que eu poderia ter feito e não fiz... Ter aproveitado um tempo de uma melhor forma... Sofrer pra mim nada mais é do que ficar pensando no que eu poderia ter feito e não fiz.
Não quero ser nenhum super herói ou algum tipo de salvador da pátria... É apenas um desabafo das coisas ruins que a gente presencia todos os dias... Um momento de reflexão para que assim como eu você possa parar pensar, analisar e perceber o que esta errado em sua volta e o que você pode fazer para que isso mude.
Se responda pra você mesmo quando foi a ultima vez que você ligou pra um amigo seu pra perguntar como que ele esta? Se ele ta bem o que tem feito da vida... Ou melhor, lembra aquele seu amigo que ia à sua casa, aquele seu colega de faculdade que você não conversa a anos..
Na sua família, por exemplo, á quanto tempo vocês não almoçam juntos?? Almoçar juntos eu digo sentar-se a mesa conversar trocar idéias fazer planos futuros...
O intuito de estar escrevendo este texto é tentar ser apenas mais um a mudar esse pequeno e ao mesmo tempo imenso mundo..Quero apenas que as pessoas aproveitassem mas cada segundo de suas vidas... Dessem motivo para tudo não apenas fazer por fazer... Meo pensa comigo por um segundo... O tempo passa cada vez mais rápido... O tempo ta ficando para trás e se não o aproveitarmos agora o depois será tarde de mais... Eu sei o que é dor de uma perca por isso digo o que são apenas cinco minutinhos com quem esta ao seu lado... Para que viver nessa intensa correria... De um tempo pra você também... tente enxergar o mundo as pessoas tudo que esta a sua volta de outra a forma a qual você vem fazendo... A gente aprende errando mesmo. Se você fizer alguma coisa perfeita outra pessoa vai chegar e fazer melhor...não tente ser melhor que ninguém não seja menos que ninguém e não seja igual a ninguém...
Faça o que você tenha vontade de fazer não deixe que ninguém ou que algum tipo de força maior que você pensa que exista vai fazer isso por você... viole as regras de vez enquando mas não esqueça daquele ditado... Aprenda bem as regras para poder infringi-las do modo correto.
Enquanto isso...
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Os Culpados
Aproveitando a deixa de que hoje é dia da Mangueira entrar o post sobre o carnaval foi um dos mais acessados da semana, publico aqui uma outra opinião deveras embasada sobre esta festa tão querida pelos brasileiros:
Comentário de Rachel Sheherazade, do Tambaú Notícias da Paraíba, descendo a ripa nos foliões...
O Oscar está mudando. Há anos a premiação não apresentava nenhuma novidade, mas deixava evidente que o lance já não era mais o épico, mas sim ser bom realmente e isso aconteceu em 2009, quando um tal de Danny Boyle venceu por "Quem quer ser um milionário". Juro que nunca tinha prestado atenção nele, até que a história do indiano que participcaiu do show do milhão dos sete véus caiu nas graças do público. Aí que eu vi que realmente é possível contar uma história já batida, de maneira original. Agora em 2011, o cara volta à tona com um filme atípico, apoiado na edição (e que não poupa o expectador) contando novamente uma história deveras conhecida, mas com uma ótica extremamente autêntica, o que falta hoje em dia no cinema, e sem parecer forçado. Algo cansativo, torna-se uma experiência memorável nas mãos de Boyle. #fato
127 Horas é o último dos indicados ao Oscar de Melhor Filme que faltava estrear no país e conta a história real do famoso alpinista Aron Ralston (adaptada do livro “Between a Rock and a Hard Place”), que tem que salvar a própria vida após ficar preso por um pedregulho cai que e esmaga o seu braço, num cânion isolado no Parque Nacional de Utah. Nos cinco dias seguintes, Ralston tem que ganhar coragem para sobreviver com os meios disponíveis, ao mesmo tempo em que é visitado pelas lembranças de amigos e familiares.
Porra, como eu gosto de filmes que nos fazem pensar e admito que 127 horas me deixou arrepiado. Acompanhar os devaneios por demais dolorosos de Aron no filme foi uma experiência interessante e mais que isso foi ver que nossos próprios problemas que pensamos ser tão complicados não chegam nem perdo de como o dele foi. Passamos nossas vidas pensando no que poderiamos ter feito diferente e lamentando nossa luta na rotina chata de ir a escola, acordar cedo, trabalhar, e etc, mas sem pensar que caralhos podem acontecer de uma hora pra outra e que transformariam esses pequenos problemas em absolutamente nada, ao nos deparamos com uma situação-limite como foi a do alpinista.
Talvez o maior defeito do ser humano seja viver a vida sem afirmar os detalhes dela a todo custo e lamentar o que se fez de errado no passado quando é tarde demais. Aron lamentou não ter atendido o telefone quando sua mãe ligou, pensou sobre algum dos erros que cometeu quando já não tinha mais esperanças de ser resgatado e viu a importância das pequenas coisas que passam desapercebidas no dia a dia. Você, leitor, por algum instante já parou pra pensar que talvez, o momento que está passando agora, possa ser o último? Que o destino talvez não te dê mais uma chance de viver novamente um momento que passou? Que viver a vida a todo custo não seja uma tarefa tão árdua assim e que essa talvez seja a sua última chance consertar erros passados e reviver momentos, antes que seja tarde demais? Todos nós passamos grande parte de nossas vidas pensando no "Se..."... E "Se" ele não tivesse esquecido o canivete... e "Se" ele tivesse avisado onde ia... e "Se" ele tivesse dito que amava as pessoas ao seu redor...
Todos temos pedras no nosso caminho e pro cara foi muito mais difícil superar seu obstáculo. Quem de nós teria coragem de fazer o que ele fez? Em 127 horas, Danny Boyle contou a história de um homem só, que teve seu instinto de sobrevicência levado às últimas consequências quando, para se livrar da enrascada em que se meteu, teve que cortar o próprio braço. “Náufrago” e “Enterrado Vivo" já contaram histórias parecidas, e a primeira vista a imagem que temos é de um filme não tão original assim, mas o ritmo acelerado e emocionante que o diretor utilizou fez toda a diferença e deixa o espectador o tempo todo agarrado à tela. Sério, diferentemente dos dois que mencionei ali em cima a montagem de 127 Horas é muito dinâmica, enquanto os flashbacks apresentam um pouco do personagem a fotografia é arrebatadora e cumpre sua função de mostrar um ambiente claustrifóbico e as alucinações vividas pelo personagem, com muita energia num tom leve e fugaz externando uma série de emoções, sem nunca deixar de convencer o público de que realmente o cara está passando por um perrengue daquelas. As tomadas de dentro da garrafa pra termos uma noção de que a água está acabando e a estética publicitária na hora em que ele está com sede e lembra do Gatorade que esqueceu no carro também deram um tom assaz diferente na película.
Histórias de sobreviventes já eram blockbusters ou bestsellers e continuam presentes, mas tudo vai da maneira que as contam e Danny Boyle conseguiu fazer com que 127 horas não seja apenas mais um filme de superação com imagens e frases de efeito ou "aquele filme em que o cara corta o braço" mas sim uma obra soberba com intensidade que vai prender o espectador do início ao fim. É maravilhoso.
Particularmente falando, não sou um fã dos filmes de faroeste, mas tenho uma certa simpatia que nem eu entendo por eles... aliás, entendo sim. Cresci vendo meu pai, os irmãos dele e o meu avô (que são fãs incondicionais do gênero) assistindo John Wayne, Claudia Cardinale, Sergio Leone, Clint Eastwood, Buck Jones, Bill Elliot, Tim McCoy, Robert Redford, entre outros, em histórias cheias de marra, quando os EUA era jovem e seu velho oeste ainda era selvagem e admito que os anti-heróis dali me fascinavam. Certa vez, li uma frase que dizia: "O oeste, qualquer país tem, mas um como os EUA, nenhum jamais terá" e para o cinema, realmente "Velho Oeste" foi uma poderosa invenção que trouxe obras inesquecíveis e que nos fizeram enxergar a epopéia de seus heróis como os homens que realmente foram. Infelizmente, o passar do tempo e o fenômeno de androgenização da juventude estão fazendo essas histórias cheias de idiosincrasias e que marcaram uma geração simplesmente se perderem.
Agora, em 2011, três anos depois do lançamento do totalmente excelente "Onde os fracos não têm vez" (No Contry for old man), os irmãos Coen trazem à tona, mais um filme do gênero que acaba sendo seu porto seguro, o remake de mesmo nome do clássico protagonizado por John Wayne em 1969, "Bravura Indômita". Nele, conhecemos a jovem garota determinada a fazer justiça Mattie Ross (Hailee Steinfeld) quando chega a Fort Smith, Arkansas, em busca do covarde Tom Chaney (Josh Brolin) que teria matado seu pai por duas barras de ouro antes de se embrenhar por território indígena.
Para conseguir perseguir Chaney e o ver enforcado, Mattie procura a ajuda de um homem conhecido como o mais cruel xerife da cidade - o impulsivo e beberrão Rooster Cogburn (Jeff Bridges), que, depois de muitas objeções, concorda em acompanhá-la. Mas o bandido já é alvo do policial texano LaBoeuf (Matt Damon), que quer pegar o assassino e o levar ao Texas por uma boa recompensa.Cada um com sua teimosia e impulsionados por seus próprios código morais, esse improvável trio toma um rumo imprevisível quando se vê envolvido com mal e brutalidade, coragem e desilusão, obstinação e amor genuíno.
Pena que não existem mais heróis como antigamente, não acham? Coragem, teimosia, motivação e espírito heróico é o que falta no cinema hoje em dia. Uma das conjecturas do filme que, pelo menos pra mim, ficou latente é a diferênca visível entre os mocinhos de hoje em dia e os Heróis de verdade, propriamente ditos. Em Bravura Indômita, esta experimentação reside mesmo na necessidade da sutileza, do classicismo pelo “velho”. Cogburn é um homem da lei, mas que age fora dos padrões estabelecidos por ela sendo um agente controverso e beberrão mas que deixa visível que coragem uma de suas virtudes e nos mostra que heróis podem sim ser pessoas que buscam o caminho dos excessos. Os mocinhos de hoje em dia, em todos seus conflitos pessoais e busca pela perfeição, se tornam tão monótonos e chatos quanto olhar a tabela nutricional de uma garrafa de água. #Fato
Como característica dos Irmãos Coen, eles conseguiram preencher o filme com excelentes diálogos. Mas isso por muitas vezes se arrasta, dando a impressão que a história não estava indo à lugar algum. Demora muito para tudo se encontrar e as cenas mais esperadas acontecem de forma simples, sem a emoção, a preparação e a trilha sonora que cresce junto com a emoção que acompanha o àpice do filme.
Um dos grandes desafios de fazer um longa baseado em uma obra já filmada, é que sempre irão aparecer as comparações, mas aqui não tenho como comparar o filme completo com o pouco material que há no youtube do classido de 1969, mas admito que Jeff Bridges está no seu auge (e em sua zona de conforto, interpretando um beberrão), pena que ele sozinho não salva o filme. O talento da Hailee Steinfeld não deu sorte aqui, sendo a menina de lingua afiada e personalidade forte. Impressiona, mas não cativa. O filme teve dez indicações ao oscar e não rejeita a essência dos clássicos do western, mas isso não foi o suficiente. É diferente dos outros indicados que são beeeem mais inovadores. "Bravura indômita" é somente correto. Vai concerteza levar o prêmio por melhor fotografia... o restante atende a expectativa, mas não trás nada de impressionante, exceto a atuação de Bridges.
A dimensão dramática e emocional mesmo vem apenas no final, só que não traz nada de novo ou surpreendente se olharmos todo o conjunto da obra. Cogburn carregando Mattie durante toda a noite, na tentativa de salvá-la fecha com chave de ouro a excelente interpretalção de Bridges e deixa saliente a perseverança e a fé inabalável estampada no rosto do nosso herói e o espírito que motivou o caminho dramático dos personagens. John Wayne recebeu o único oscar de sua carreira por Bravura Indômita e é de se espantar que ele tenha o feito apenas uma vez. Jeff Bridges correspondeu à altura o talendo de Wayne, e eu torço do fundo do coração para que ele ganhe... em vão, pois ao que tudo indica 2011 se tornará mais uma vez um ano em que um protagonista politicamente ganhará, e ponto.
Um filme perdido dentro de si, numa espécie de labirinto pós-moderno de sentimentos, felicidades, medos e sexo. Essa é a minha definição da totalmente não ortodoxa e, mais do que b-r-i-l-h-a-n-t-e comédia romântica "Amor e Outras Drogas".
Contradição? É, pode ser, mas calminha aí que eu explico.
O formato das comédias românticas é muito engessado e talvez seja por isso que não gosto delas. O apelo ao drama que muitas fazem na tentativa de fazer você chorar são artimanhas mais do que ultrapassadas hoje em dia, o que as vezes da a impressão que em determinados filmes as produtoras colocam em cheque a inteligência do público alvo, que está cada vez mais exigente e querendo ser surpreendido. Para que uma história realmente consiga comover, não basta só carinhas bonitas que pros espectadores pareçam artificiais (e são) sem que haja a construção dos personagens e nesse ponto o "Amor e Outras Drogas" acertou em cheio, mas exageraram nos elementos em torno da trama de Maggie e Jamie, o que por muitas vezes, deixou perdido o que realmente importava na história. O problema não está na fórmula, mas sim que colocaram coisas demais no filme.
Aqui, Jake Gyllenhaal (O Segredo De Brockback Mountain) é Jamie Randall, um sedutor incorrigível do tipo que perde a conta do número de mulheres com quem já transou. Após ser demitido do cargo de vendedor em uma loja de eletrodomésticos, por ter seduzido uma das funcionárias, ele passa a trabalhar num grande laboratório da indústria farmacêutica. Como representante comercial, sua função é abordar médicos e convencê-los a prescrever os produtos da empresa para os pacientes. Em uma dessas visitas, ele conhece Maggie Murdock (Anne Hathaway), uma jovem de 26 anos que sofre de mal de Parkinson. Inicialmente, Jamie fica atraído pela beleza física e por ter sido dispensado por ela (tipico pra nós homens), mas aos poucos descobre que existe algo mais forte. Maggie, por sua vez, também sente o mesmo, mas não quer levar adiante por causa de sua doença.
Como mencionei antes, o legal mesmo foi acompanhar como o Jamie passou a entender muito mais sobre si mesmo enquanto descobrimos aos poucos o por que de tamanha aversão por parte da moça ao conceito de romance. Quem disser que não se identificou com nenhum momento do filme está sendo um babaca propositalmente. Sentem o cheiro da polêmica e da discussão calorosa do filme? Vivemos nossas vidas numa permanente "ousadia calculada", que Maggie fez questão de deixar de lado pelo medo de se apaixonar e ser abandonada. Que atire a primeira pedra quem nunca pensou assim ao menos uma vez tentando suprimir a vontade de estar com alguém ou, que se arrependeu por algum momento de deixar de viver uma situação seja ela de amor pleno, ódio, indiferença e porra, talvez a própria vida afinal, por medo. No decorrer da película vemos isso latente em ambos os lados, seja pela parte de Jamie o gélido "don juan" que demora pra se resignar e que não quer compromisso, mas que em dado momento chora, ouve conselhos, briga, e por fim, não resiste em se apaixonar (a cena em que ele quase passa mal pra conseguir dizer que ama ela é assaz)... ou por parte da Maggie, que sabe como ninguém que a chatice tira toda a graça da mulher, se tornando assim o tipo que todo homem procura, mas ignora qualquer ligação estável com alguém por medo, vivendo uma espécia de manual perspicaz próprio em busca apenas de gratificação imediata (aqui tratada pelo sexo casual e sem compromisso), mas sem deixar de lado a vaidade e o cuidado com a beleza, características femininas por excelência. Voilá, uma comédia romântica FODA!
As cenas de sexo fazem muito sentido, até por que foi o sexo que fez com que eles se apaixonassem um pelo outro, com uma importantíssima diferença: as cenas de nudez da maravilhosa Anne Hathaway estão muito naturais e não são tratadas como algo reprimido ou algo forçado que provoque incomodo. Ela está solta e isso deixa mais ainda visível a quimica entre ela e Jake Gyllenhaal (pra quem não se lembra, eles eram casados em O Segredo de Brokeback Mountain). As melhores cenas pra mim, são as em preto e branco em que temos a visão dos protagonistas, enquanto se declaram. Com tudo isso, é de de esperar que o destaque óbvio no elenco seja de Anne Hathaway e se esse ano não ouvesse uma competição tão acirrada, seria de se esperar que ela recebesse uma nova indicação ao Oscar de melhor atriz.
Na adaptação do livro Hard Sell: The Evolution of a Viagra Salesman“, escrito por Jamie Reidy, o diretor Edward Zwick vai a fundo na relação existente entre os médicos e seus pacientes mostrando a indústria farmacêutica em 1996/1997 de forma nua e crua, além das pessoas com Parkinson e isso é um atrativo e tanto, mas eu acredito que seria mais interessante se isso tivesse sido feito em um filme à parte, pois há certos desfechos que, por muitas vezes, dão sensação que estamos vendo dois filmes: um com uma história de duas pessoas que se apaixonam, e outro sobre o mundo dos remédios. Foi aí que ele pecou. O excesso de referências à decada de 90 também foi um vacilo, mas não tão grande.
"O Amor e outras drogas" é um filme muito bom e certamente vai agradar, mas mais do que isso, vai cativar e fazer pensar todos que assistirem (sem excessões) sejam eles homens que por um motivo ou outro se tornam moderadamente ou exageradamente sem culhões com os tombos que a vida dá, e acreditam que é muito mais fácil ir à cabarés apenas pra se roçar nas quengas do que realmente se entregar à uma pequena, ou as mulheres que se acham auto-suficientes, super bem resolvidas, mas no fundo são e chatas pra cacete e que se realmente fossem espertas, saberiam que toda mulher deveria ser um pouquinho Maggie Murdock.
As pessoas se fantasiavam, decoravam seus carros e, em grupos, desfilavam pelas ruas das cidades. Está ai a origem dos carros alegóricos, típicos das escolas de samba atuais. No século XX, o carnaval foi crescendo e tornando-se cada vez mais uma festa popular. Esse crescimento ocorreu com a ajuda das marchinhas carnavalescas (“bota camisinha, bota meu amor, que hoje tá chovendo, não vai fazer calor”; ou “ se você pensa que cachaça é água, cachaça não é água não, cachaça vem do alambique, e água vem do ribeirão...”) e assim por diante essas músicas iam deixando os carnavais cada vez mais animados. A primeira escola de samba surgiu no Rio de Janeiro e chamava-se Deixa Falar. Foi criada pelo sambista carioca chamado Ismael Silva. Anos mais tarde a Deixa Falar transformou-se na escola de samba Estácio de Sá. A partir dai o carnaval de rua começa a ganhar um novo formato. Começam a surgir novas escolas de samba no Rio de Janeiro e em São Paulo. Organizadas em Ligas de Escolas de Samba, começam os primeiros campeonatos para verificar qual escola de samba era mais bonita e animada, daí pra frente meu amigo, é igual mulher quando quer dar, ninguém segura! É água morro abaixo, fogo morro acima e ripa na xulipa. Não querendo me fazer de puritana ou dizer que eu não gosto dessa festa, muito pelo contrário, mas já pararam pra observar quantas crianças nascem nos meses de outubro e novembro? (eu sou uma delas!) já pararam pra para observar quantas adolecentes ficam grávidas nessas farras e geram crianças indesejadas e desprogramadas? já pararam pra ver os milhares de acidentes no trânsito que acontecem nesta época? Gente, carnaval é uma delícia, então, vamos curtir com muita responsabilidade ok meus taradinhos e taradinhas!! Lembrando que este ano o carnaval em algumas cidades começará no dia 04 de março 2011, porque em algumas já começou faz tempo hehehehe...
O ano de 2010 foi decepcionante pra mim no quesito cinema. Me mudei pra Cuiabá e uma das coisas que mais martelavam na minha cabeça durante toda a transição era que eu poderia ver uma quantidade homérica de bons filmes em primeira mão, na sua estréia, mas isso não aconteceu. Não pelo fato de "ir ao cinema", mas pela motivação de que poucos bons filmes, estariam lá a minha espera. Eram projetos caros, muito falados, esplendorosos visualmente, mas que não geraram aquela satisfação. Havia sim bons filmes, mas a maioria era... morno.
Foi chegando a metade do ano, e a situação mudou, até que no fim de 2010 e a mesa virou de tal forma que veio à compensar as frustrações com produções sensacionais, e agora no começo de 2011, somos brindados com ótimos filmes (e realmente, os melhores estão ali no Oscar), mas confesso que Cisne Negro, pra mim foi a maior surpresa de todos, até agora.
Eu não sabia muito bem do que se tratava, apenas sabia que Natalie Portman, uma das minhas Top 10 musas gringas, estaria nele, o que já era uma grande motivação pra assistir. O tempo foi passando e o fato de a moça ganhar o Globo de Ouro de melhor atriz, me fez ter o mínimo de curiosidade e enfim, assisti à esse filme fantástico.
Nele, Natalie Portman é Nina Sayers, uma bailarina de uma companhia novaiorquina. Sua vida, como a de todos nessa profissão, é inteiramente consumida pela dança e, incentivada pela árdua cobrança da mãe (uma bailarina frustrada) Nina ignora até mesmo suas próprias nuances, pela dança, até que Thomas Leroy (Vincent Cassel), decide substituir a bailarina principal, Beth MacIntyre (Winona Ryder), na apresentação de abertura da temporada e Nina é sua primeira escolha. Surge então uma concorrente: a nova bailarina, Lily (Mila Kunis), que deixa Thomas impressionado.
O Lago dos Cisnes, requer uma bailarina capaz de interpretar tanto o Cisne Branco com inocência e graça, quanto o Cisne Negro, que representa malícia e sensualidade. Nina se encaixa perfeitamente no papel do Cisne Branco, porém Lily é a própria personificação do Cisne Negro. As duas desenvolvem uma amizade conflituosa, repleta de rivalidade, e Nina começa a entrar em contato com seu lado mais sombrio, mexendo com seu psicológico.
A dualidade presente no balé “O Lago dos Cisnes” de Tchaikovsky é o ponto-chave do roteiro. Nele vemos, não só a interpretação durante a dança, mas o quão complexo é o psicológico de Nina e como toda a sustentação daquela moça inocente, doce, meiga e frágil rui por conta das exigências de Thomas (e dela mesma) para que ela encarne também o Cisne Negro, apelando para a exploração do seu lado obscuro e fazendo-nos refletir sobre os terrenos inexploráveis de nossos anseios e obsessões, afinal, qual a fagulha que acende a chama de nossa coragem pra mostrar realmente quem somos e o que queremos?
Toda essa sustentação dos medos e inseguranças de Nina e a mistura de ficção com realidade, imaginação com verdade, delírio e fantasia com fatos, fazem com que Cisne Negro, se torne o tipo de filme "cospe ou engole". Não tem um meio termo pra definir. Natalie Portman, em uma interpretação magistral, nos mostra o lado anárquico da protagonista em plena desintegração psicológica que, na tentativa de encontrar o lado mais selvagem, pra interpretar o cisne negro, cai em desequilíbro. É a típica moça antissocial, obsessiva, egoísta e capaz, que simboliza a hóstia dos pecados mortais daqueles que não tem o lampejo coragem necessário para serem o que realmente querem e que ficam focados apenas em projeções no horizonte que jamais saberão se são reais ou não. Nina foi lá conferir se sua projeção era real, e nos presenteou com essa obra. PUTAQUEPARIU, UM FILMAÇO!
Original, é isso que o filme é. Culpa do diretor Darren Aronofsky que é um cara que vai até as últimas consequências com seus personagens em sequências interessantes e que dão enfase na jornada pessoal de seus protagonistas, geralmente guiados por uma obsessão. Um filme do cara que eu particularmente achei arrebatador foi O Lutador, que, não por coincidência funciona meio como uma imagem espelhada para o Cisne Negro. Ambos brutalmente naturalistas e psicolóigicos. E não deixando de lado, outra interpretação que vale a fita é a da Mila Kunis. Meu Deus, como ela ficou tanto tempo na surdina. Por alguns instantes a Ucraniana rouba a cena, não só pela beleza, mas pela interpretação. Se não fosse pelas ótimas indicações para atriz coadjuvante, não seria de estranhar que ela estivesse lá, com um adendo FODA para a cena lésbica. YAY!
Natalie Portman está perfeita aqui, e eu recomendo Cisne Negro com todas as forças pra aqueles que querem se surpreender. E pra aqueles que quiserem fazer uma fézinha na moça pro dia 27 de Fevereiro, quando acontece a entrega do Oscar, onde ela está concorrendo como melhor atriz, eu cubro qualquer uma das apostas, E DOBRO! Alguém encara?
É claro que em momento algum eu estou "proibindo" alguém de dizer algo ou deixar de dizer afinal cada um sabe o que é importante pra si ou não, mas pra mim o amor é coisa séria e deve ser respeitado acima de qualquer outra coisa. Se você é do tipo que não sente o amor pulsando no seu corpo peço por favor que não o desperdice com pessoas que você acha que não valem a pena, que você esta só pra passar o tempo, não diga Eu te amo, diga quem sabe eu te adoro, ou eu te gosto, por que o amor é bem mais do que uma garantia de (desculpe o palavriado) "trepar" todos os dias, é algo que somente quem sente tem coragem de escrever, musicar e falar sem medo, é algo que se renova ao fazer amor todos os dias.

Antes mesmo de ponderar sobre a penúltima película daquela que talves seja a franquia de maior sucesso EVER da história do cinema, todos temos que admitir que J.K. Rowling, a mente bilionária por trás (Ui!) do bruxo mais famoso, tanto do cinema, quanto do mundo conseguiu criar uma das máis fantásticas e atípicas sagas de fantasia que já vimos e que um dia veremos.
O estrondoso sucesso da série Harry Potter é sem sombra de dúvidas louvável e todo o contexto que advém dessa premissa, fez com que as adaptações para as telonas não ficassem pra trás em qualidade, riqueza de detalhes e muitos outros quesitos que eu poderia elucidar pra vocês durante horas, primeiro pelas mãos de Chris Columbos (Harry Potter e a Pedra Filosofal e Harry Potter e a Câmara Secreta), depois com a maestria de Alfonso Cuarón (Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban, que era o meu predileto até a última sexta), Mike Newell (Harry Potter e o Cálice de Fogo) e por fim, para preparar muito bem o tabuleiro do jogo para um clímax inesquecível, David Yates (Harry Potter e a Ordem da Fênix, passando por Harry Potter e o Enigma do Principe até chegar em Harry Potter e as Relíquias da Morte).
Cheguei ao cinema meio tenso, confesso. Já faz pelo menos uns 8 meses que tenho o livro, mas ainda não tinha me encorajado à ler, talvez por que prefirisse encher meus olhos com o deslumbre causado pelas adaptações cinematográficas, visto que até agora nenhuma delas tinha decepcionado, e quem sabe era esse o medo. Enfim, às 21:50, na última sessão da sexta-feira, 19 de Novembro de 2010, eis que catapultou diante dos meus olhos o prólogo do fim... um grande e vistoso exercício de maturidade e claustrofobia que estampou um enorme sorriso em meu semblante e fez sentir-me feliz por estar assistindo ao MELHOR DE TODOS OS FILMES DE HARRY POTTER.

Todos devem saber que o sétimo livro da franquia foi dividido em duas partes, certamente por interesses comerciais, e a primeira parte, começa quando Harry, Ron e Hermione iniciam sua perigosa missão para encontrar e destruir o segredo da imortalidade de Voldemort — as Horcruxes. A diferença é que dessa vez, nossos heróis estão sozinhos, sem orientação de seus mentores ou a proteção do professor Alvo Dumbledore. Neste ponto da saga, Harry Potter está cada vez mais próximo da tarefa para a qual está se preparando desde o primeiro dia em que pisou em Hogwarts: assumir o papel daquele que fora eleito para destruir as forças do mal e travar a batalha final com Voldemort.
Harry potter não é mais coisa pra criança e é assaz a percepção por parte tanto da escritora, quanto dos diretores em saber que a audiência ficou mais madura, o que fez que desde O Prisioneiro de Azkaban, uma escuridão crescesse junto dos personagens principais evoluindo a história da ingenuidade para as trevas e se distanciado da Inocencia dos dois primeiros, chegando agora à um climax heróico, sombrio e melancólico, sem todas aquelas cores e alegria. A tensão psicológica e emocional trazem à tona o clima de maturidade e tensão quase ininterruptos durante as duas horas de filme. Até as cenas de ação e perseguições estão bem mais pesadas, e aqui, um adendo para falarmos da magnífica direção de fotografia do português Eduardo Serra, que foi uma das grandes responsáveis por tudo isso, com seu tom de urgência frio e morto que torna latente a sensação de uma guerra iminente e, que a aventura está caminhando para o seu desfecho, que certamente entrará para a história.
O elenco está demais, com o destaque de Emma Watson. O filme é dela! Desde a primeira cena, onde Hermione tem de apagar da memória de seus pais sua própria existência apenas para salvá-los, o potencial da jovem atriz salta aos olhos e ela brilhantemente, rouba a cena durante quase todo o filme. Até o Ron admite, quando diz para Harry, que sem ela os dois estariam perdidos. Daniel Radcliffe também consegue externar o peso do mundo nas costas do protagonista e a maturidade adquirida desde "A Pedra Filosofal". Rupert Grint é o alívio cômico e as únicas gargalhadas do filme se devem à ele. Helena Bonham Carter mais uma vez dá um show na pele de excêntrica Bellatrix Lestrange sendo a melhor vilã da franquia e as cenas de Carter com Emma Watson são fantásticas. Para finalizar, aquele que quase me alçou às lágrimas: Dobby reforçando o quanto os seres digitais podem assumir tamanha expressividade em cena e que protagonizou aquela que talvez seja uma das mais emocionantes do longa.

Alexandre Desplat compõe a trilha sonora que cresce nos momentos certos, sendo sutil quando precisa e trazendo beleza à nuance que cada cena tem, destaque aqui para a dança de Harry e Hermione, uma das mais sensíveis, maduras e belas do filme.
A película é rica em detalhes, onde muitos elementos e personagens da franquia são mostrados, sem dar muitas explicações, o que pode desagradar aqueles que não acompanharam a série como deveriam, mas certamente vai agradar a todos. Esse foi o único ponto negativo que encontrei, mas para aqueles que não conhecem a história à fundo, pois em dado momento acontece tudo muito rápido, mas o que falta na narrativa é compensado em muitas outras coisas.
Harry Potter e as Relíquias da Morte, é um filme muito mais psicológico que didático. Há sim sequências de tirar o fôlego como a do início e embasbacantes como a do ataque ao café, mas o que vale mesmo é a força de vontade dos protagonistas (que nesse ponto já são heróis plenos) em não sucumbir à pressão do desespero. A construção de todo esse cenário de amadurecimento torna o filme superior e manteve aquele sorriso (que mencionei no início desse texto) em minha face até o final. Eu cresci e amadureci ao lado desse trio, e acho que é por isso que considero o filme tão especial e agora, depois de quase 13 anos acompanhando, digo à vocês que Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 1, não é o filme do ano, mas concerteza está entre os melhores e o importante mesmo nele é preparar o expectador para a segunda parte, que irá culminar quem sabe, no final mais ÉPICO de todos os tempos!!!
Olá amiguinhos, tranqüilo? Espero que sim, porque eu estou com aquela deliciosa ressaca pós baile do chopp. O Rock de Domingo desta semana, como vocês podem perceber está saindo excepcionalmente na Segunda por motivos de fuso-horário. Mas é feriado, então quem se importa?!
Pela primeira vez escrevo sobre uma banda que eu desconhecia totalmente. Gravei um CD de coletâneas de rock das antigas para minha amada @alitacontato. Muito Creedence, Roxette, Scorpions, Europe, Asia, Journey, Dire Straits, Kansas enfim, o bagulho era fino. Entre um novo clássico e outro, eu e a patroa ficamos fascinados por uma música que eu julguei ser Sex Pistols. Ok eu admito que não tem nada a ver, estava meio possuído pelo Santo Cachaceiro.
Googlando a letra descobri que a pérola pertencia ao Twisted Sister. A única vez que ouvi falar desta banda foi no Nerdcast de Rock. Só o que sabia, é que “se vestiam como travestis aggressive”, nas palavras do próprio Azaghal. Mas foi assistindo o clipe de We’re Not Gonna Take It que eu percebi que, como quase tudo dos áureos anos 80, os caras são tão toscos que dão a volta e se tornam foda pra caralho.
É impressionante como um bando de malucos maquiados como tias velhas, podem parecer muito machos, se valendo do poder do rock ‘n roll e letras fortes de desafio à autoridade. Twisted Sister é para mim, infelizmente, a prova de que só vou descobrir algo bom na música vasculhando o passado. Não se fazem mais roqueiros como antigamente... =/
Aqui o link da Wiki se você quiser saber sobre a história das Irmãs remexidas, chega de blá blá blá. Assistam o clipe:
Sou o mais novo fã de Twisted Sister. Agradeço aos deuses do Rock por ainda me surpreender!
Uma opinião bem particular para as meninas que me lêem agora é que se conheçam, se toquem, conheça o seu corpo como ninguém, porque só conhecendo muito bem o seu instrumento "de trabalho" é que você vai ter autonomia pra dizer ao seu parceiro
OBS: Na foto mostra até onde fica o ponto G, alguém aí ja achou algum??
Depois de quatro domingos em estado de hibernação, o Rock de Domingo retorna suas atividades neste famigerado sétimo dia da semana. Com uma escolha que se pode dizer até que óbvia, pois quem não curte um Guns??? Slash, Axl e sua patota conseguem ser carne-de-vaca: conhecidos por toda massa muda AND ao mesmo tempo, venerados por undergrounds e headbangers da vida.
Apesar de fã, incondicional e declarado neste blog, do NIRVANA e do IRON MAIDEM reconheço que os caras do Guns N' Roses tinham tudo nas mãos para ser a maior banda de todos os tempos até hoje em toda minha vida!!! Mas preferências pessoais a parte, lhes afirmo que eles se perderam no caminho.
Um conflito de gênios pode-se dizer: Axl Roses, um dos melhores vocalistas de todos os tempos ao lado de Slash, um dos melhores guitarristas de todos os tempos (ênfase no termo melhor para o Slash) em performances de letras e arranjos nunca antes vislumbrados. Seria perfeito se não fossem os egos em questão (ênfase no termo ego para Axl). Axl se achou o dono da banda, mandando e desmandando, demitindo integrantes á seu bel-prazer. O que resultou na revolta de Slash e conseqüentemente seu pedido de demissão.
A história da banda você cara leitor pode encontrar em qualquer WikiPedia da vida, mas a questão é a seguinte: Guns N’ Roses não é mais o que era sem Slash, não é o que era apenas com Axl, não seria o que era sem Axl e Slash não é grande coisa fora do Guns. Isto meus amigos se chama paradoxo! O Guns foi uma estrela cadente que brilhou muito forte e chegou a cegar muita gente... Mas acabou por se consumir em seu próprio brilho.
O que nos resta é aproveitar os clássicos que povoaram nossa adolescência nos anos 90, a maioria vinda dos álbuns Use Your Illusion:
Ok nobres leitores, sei que esta resenha está meio atrasada... Sei que o segundo episódio já vai ao ar amanhã... Sei que o primeiro vazou uma semana antes
O tão temido TAMANHO DO PÊNIS.
O pênis dos outros é maior: Essa situação é muito comum e na maioria das vezes sem fundamento médico. Esses pacientes reclamam do comprimento do órgão mesmo com ereção e penetração vaginal normais.


































