Sim! Leitores deste Blog oportunista... Aproveitando o sucesso colossal do último álbum do Iron Maiden, The Final Frontier, que está vendendo mais que pãozinho quente... Chegou a hora de homenagear humildemente a minha banda favorita de todos os tempos até hoje em toda a minha vida, elegendo as dez obras mais perfeitamente Phodas pra caralho de sua carreira.

O "Donzela de Ferro" foi fundado oficialmente, na terra da rainha, no ano da graça de 1975 pelo baixista e mentor
Sir. Steve Harris que sonhava com a banda de Heavy Metal perfeita (ele conseguiu só para constar), o primeiro disco foi lançado em 1980. Antes disso Harris teve várias composições rejeitadas pelas gravadoras que sempre lhe aconselhavam a tocar algo mais vendável para a época, lógico que ele nunca aceitou e hoje o Iron é reconhecido como influência para várias bandas, entre as mais bem sucedidas são o Metallica, o Megadeth e o Dream Theater.

A banda nunca ostentou perfil de drogados e encrenqueiros, motivo que levou à demissão do primeiro vocalista
Paul Di’anno. Para substituí-lo, vindo da banda Samson, nosso querido Bruce Dickinson. Nos áureos anos 80 vieram sucessos estrondosos como os álbuns The Numer Of The Beast (1982) e Powerslave (1984). No início da década de 90 vislumbramos Fear Of The Dark (1992) neste momento se firma a formação clássica: Steve Harris (baixo), Bruce Dickinson (vocal), Dave Murray (guitarra) Adrian Smith (guitarra) e Nicko McBrain (bateria). Até que em 1993 Dickinson se demite para atuar em carreira solo e explorar outras vertentes do rock (recomendo as músicas Silver Wings e Tears Of The Dragon).

No lugar de Dickinson entra
Blaze Bayley que se manteve por dois álbuns. Estes não agradaram muito ao gosto dos fãs do “Donzela”. Em 1999 Bruce retorna de onde nunca deveria ter saído! trazendo Adrian Smith, somando mais uma guitarra ao grupo e fechando a formação atual. No ano seguinte é lançado um dos melhores discos da banda. Brave New World (2000), que antecedeu outra obra prima Dance Of Death (2003). A banda também é famosa por seus diversos álbuns ao vivo, onde demonstram uma sonoridade impecável. Ao todo o Iron Maiden possui quinze discos de inéditas e onze de Best Of’s e gravações ao vivo de suas inúmeras turnês ao redor do mundo.

Antes de iniciar o TOP10, gostaria de explicar que optei por músicas que representam toda a carreira do Iron e por tanto clássicos como:
Be Quick Or Be Dead, Brave New World, Can I Play With Madness, Children Of The Damned, Dream Of Mirrors, Flight Of The Icarus, No More Lies, When the Wild Wind Blows, The Number Of The Beast e Wasting Love ficaram de fora por já estarem representadas por outra música do mesmo álbum.

10# Running free - Iron Maiden (1980)



09# 2 Minutes To Midnight - Powerslave (1984)

08# Holy Smoke - No Prayer For The Dying (1990)


07# Man On The Edge - The X Factor (1995)


06# Run To The Hills - The Number Of The Beast (1982)


05# The Trooper - Piece Of Mind (1983)



04# Journeyman - Dance Of Death (2003)

03# Rainmaker - Dance Of Death (2003)


02# Fear Of The Dark - Fear Of The Dark (1992)


01# The Wicker Man - Brave New World (2000)

Que responsa, ein? Eleger o melhor filme de 2009. Tudo bem que já estamos quase no carnaval, mas enfim, acontece que numa conversa pra lá de estranha o @blogdohugo e o @rdorino, categóricos e peremptórios, resolveram unir suas forças e montar este que talvez seja o maior post que este blog já teve. Foram 2 dias copiando códigos, salvando pôsteres, vendo trailers, escrevendo resenhas para enfim podermos eleger com a ajuda da opinião pública, o melhor filme de 2009.
Apesar de um tanto quanto afastados dos expoentes do universo comtemporâneo e dos grandes centros, na surdina e com o manjado jeitinho brasileiro, nossos editores conseguiram em tempo recorde assistir à grandes lançamentos esse ano e numa votação interna, pra lá de acirrada, chegaram aos 10 que mais se identificaram, mais marcaram, mais legais, mais revolucionários, mais surpreendentes, mais embasbacantes, mais emocionantes, mais engraçados... enfim, os melhores e que de uma forma enigmatica, nos cativaram sem dó nem piedade, para que você leitor(a) nos ajude a decidir enfim, o melhor.

A enquete está aí do lado, basta escolher e confirmar seu voto que pra nós é muito importante (foi apostado um engradado de cerveja nessa brincadeira! YAY!). Vote quantas vezes você conseguir e caso tenhamos esquecido algum, corrija a imcomplitude dessa votação nos comentários ok!

O Curioso Caso de Benjamin Button - 16 Janeiro 2009



" "Eu nasci em circunstâncias incomuns." Assim começa O Curioso Caso de Benjamin Button, adaptação do romance de 1920 de F. Scott Fitzgerald sobre um homem que nasce com oitenta e poucos anos e rejuvenesce a cada dia que passa. Um homem, como qualquer um de nós, que não pode parar o tempo. A partir da Nova Orleans do final da I Guerra Mundial, em 1918, adentrando o século XXI, o filme percorre uma jornada tão incomum quanto pode ser a da vida de qualquer pessoa, através da grandiosa história de um homem nem tão comum assim, das pessoas e lugares que ele descobre ao longo do caminho, dos amores que encontra, dos que perde, das alegrias da vida e das tristezas da morte e do que permanece além do tempo."

O Curioso caso de Benjamin Button é um dos melhores filmes que eu já vi. Não pelo hype que se criou em torno dele, ou pelas brilhantes atuações de Kate Blanchet e Brad Pitt, mas sim pelo quanto ele me fez pensar sobre o tempo e como são nossas atitudes a partir do momento que nos damos conta de que não podemos controlá-lo. A premissa de toda história é essa, a vida se passando ao contrário de um personagem pra lá de fascinante e que consegue realmente "viver". De um amor que não pode ser vivido em sua plenitude, mas aconteceu conforme o tempo permitiu que ocorresse e das chances que perdemos e que não voltam mais. A fotografia? Os efeitos? O visual? as atuações? a direção? Tudo isso de primeira, sem sombra de dúvida, mas o que realmente nos fascina é a epifania de quando nos damos conta das chances que perdemos e mais que isso, quando imaginamos como seriam nossas vidas se elas fossem como a de Benjamin, que fez questão de não perder as oportunidades e experiências que lhe foram concedidas e que soube esperar o tempo certo para enfim viver seu grande amor.


Watchmen - 06 Março 2009



"Uma aventura de mistério complexa e de múltiplos aspectos, Watchmen - O Filme mostra uma América alternativa em 1985, na qual super-heróis caracterizados fazem parte da estrutura diária da sociedade, e o "Relógio do Juízo Final" - que traça o gráfico da tensão entre os EUA e a União Soviética - marca permanentemente cinco minutos para a meia-noite. Quando um dos seus antigos colegas é assassinado, o derrotado, mas nem um pouco menos determinado, vigilante mascarado Rorscharch, parte para descobrir o que seria um plano para matar e desacreditar todos os super-heróis do passado e do presente. Quando ele restabelece a conexão com sua antiga legião de combatentes do crime - um confuso grupo de super-heróis aposentados, dos quais apenas um possui poderes verdadeiros - Rorschach percebe que existe uma conspiração abrangente e perturbadora com ligações com o passado que eles dividiram e catastróficas conseqüências para o futuro. Sua missão é proteger a humanidade, mas quem protegerá os vigilantes chamados watchmen?"

Eu nunca tinha sequer ouvido falar de Watchmen quando saíram os primeiros pôsteres e etc. Diga isso, e assumo porém com vergonha por que pra quem se considerava um quase nerd não conhecer uma das maiores obras literárias da história era mais que justo se tornar motivo de chacota. Depois de tudo isso, resolvi me interar de tudo: baixei HQs, acompanhava o frenesi dos fãs de verdade e aos poucos fui descobrindo por que todo mundo achava tão foda assim e por que estavam com tanto medo. Enfim, acabei vendo Watchmen no cinema, e putaquepariu, só os créditos iniciais já valeriam por um filme e ao desenrolar da complexa história, pra mim ficou mais que evidente a fidelidade quanto aos quadrinhos e por mais que fãs da Marvel ou da DC possam alegar que não, essa foi a melhor adaptação dos quadrinhos já feita. O visual, pra quem não conhece, chega a assustar pelos exageros, mas na boa, pra quem gosta, ou passou a gostar, é no mínimo gratificante. Mas tudo isso, não seria tão assaz, se não fosse a brilhante interpretação Jackie Earle Haley, que deu vida ao Rorschach. O talento do cara é tão latente que me permito compará-lo sem heresias ao Coringa, de Heath Ledger. Chega à ser visceral.
As duas horas e pouco do filme, podem até ser cansativas pra quem não gosta tanto assim, mas na boa, a história dos heróis humanos, portanto sujeito à falhas, vale a pena. Se nenhum desses argumentos te convenceu, queira foder-se. =]


Star Trek - 08 Maio 2009



O reboot mais bem sucedido da história do cinema! In J.J. Abrams we trust! O apóstolo nerd, escritor de Armageddon, diretor de Missão Impossível 3, produtor de Cloverfield e criador da melhor série de TV de todos os tempos LOOOST, ataca novamente. Desta vez J.J. mostra, na direção do novo Jornada nas Estrelas, que tem culhões suficientes para agüentar o rojão de uma grande franquia. Conseguiu reerguer uma antologia já desgastada pelo tempo, porém detentora de milhões de fãs pelo globo. Muitos deles xiitas prontos para criticar qualquer mudança na mitologia, que já passou por todo tipo de mídia. E ainda fez isso em grande estilo, não só concebeu algo fiel às origens, história, personagens e conseqüentemente aos fãs. Como também se deu o direito de viajar sem limites nas alterações através do recurso do reboot.

É aí que Star Trek se difere dos reinícios de franquias anteriores que sempre ocorreram por algum filme que estragou com os anteriores. Podemos citar Highlander 3 que esquece o segundo filme e Super-Man Returns que considera apenas os dois primeiros. Pessoalmente abomino a idéia de reboot, mas o que se vê em Star Trek é feito de forma muito respeitosa em relação aos filmes e ao seriado. Abrams e seu jovem elenco de atores pouco conhecidos dão cara nova à franquia nesta realidade alternativa criada por uma alteração no continuum espaço tempo. Os cadetes da federação são forçados a pilotar a recém saída do estaleiro U.S.S. Enteprise para conter a ameaça romulana. Vale ressaltar a excelente atuação dos personagens principais, tão semelhantes em trejeitos e personalidade dos atores antecessores que deram vida aos tripulantes da antiga Enterprise.


Transformers 2 - A Vingança dos Derrotados - 24 Junho 2009



Com robôs gigantes se dilacerando, quem precisa de roteiro?! Essa é a primeira coisa que alguém precisa saber para gostar de Transformers: Revenge of the Fallen. Alguns podem citar De Volta pro Futuro Pt 2 e Dark Knight como últimas verdadeiras seqüência de destaque no cinema, mas a franquia Transformers possui um estigma: ninguém esperava nada do primeiro filme! Michael Bay sob a tutela do Santo nerd Steven Spielberg fez o que ninguém esperava, ergueu uma franquia do nada, sobre um desenho saudosista dos anos 80 que só servia para vender brinquedos.

Doravante o sucesso do primeiro longa, com prestígio e muito, mas muito mais dinheiro, Bay se soltou da coleira e fez o filme como queria desde o começo. Dezenas de robôs em cena, não atirando uns nos outros, como na visão humana sobre as maquinas vista em Transformers. Mas caindo na porrada mesmo! Socos, chutes, mutilações, esquartejamentos, golpes de luta livre, dedo no olho, apertão no mamilo, pula - pirata, rolou de tudo! Citando Jovem Nerd: “Se o filme fosse rodado em Cybertron teria classificação 18 anos”, tal devido à violência entre os robôs. Todos criticam a colcha de retalhos que se resume o roteiro, mas este que vos fala viu além da fraca história, além das pífias motivações dos personagens e até mesmo além da Megan Fox (Oh! God!). A seqüência é a visão do Autobots a cerca da ameaça Deceptcon, nenhum dos dois precisa de motivo, para se digladiarem, além do simples fato de existirem. Michael Bay até tenta dar um motivo para os humanos, mas eu prefiro acreditar que foi de má vontade apresentar aquela tosqueira. A principal razão para minha crença é o All Spark ser carregado em uma meia usada por Sam no momento mais decisivo do filme. Este não é um filme, é um show a ser apreciado! Desligue o seu cérebro, volte a ser criança e curta Transformers 2: A Vingança dos Derrotados!


G.I. Joe - A Origem de Cobra - 07 agosto 2009



"Das montanhas da Ásia Central aos desertos do Egito, passando pelas ruas lotadas de Paris e por baixo da calota polar do Polo Norte, o grupo de elite de agentes conhecido como G.I. Joe embarca em uma aventura sem fim usando as mais modernas tecnologias de espionagem e equipamento militar para evitar que o comerciante de armas Destro e a crescente ameaça da misteriosa organização Cobra levem o mundo ao caos."

G. I. Joe é talvez o filme mais divertidão que eu assisti esse ano. Por que? Hora bolas, é muito simples. Até hoje, tenho aqui na mesa do meu PC um bonequinho dos Cobra, que ganhei quando tinha uns 7 ou 8 anos. Adorava passar intermináveis tardes brincando com meu helicóptero Apache (que também tenho até hoje) e criando as mais absurdas histórias regadas à muita imaginação e onomatopéias. Quando fiquei sabendo que viria por aí um filme sobre aqueles que foram os melhores brinquedos que tive fiquei com medo, muito medo e imaginei o desastre que poderia ser, mas pus na minha pequena cabeça (!) que me desligaria de toda a expectativa que criei e apenas curtiria o filme, e não é que deu certo! Fui para o cinema não esperando nada e me surpreendi. Faço minhas as palavras do Borbs (www.judao.com.br) quando digo que a história é tão maluca quanto as que eu criava e o filme é ação ininterrupta do início ao film. Sério, não tem absolutamente NADA de enrolação. Ok, ele pode até não ter agradado os mais entendidos e a crítica em geral, mas meu caro(a), são duas horas de pura ação, interrompida por alguns flashbacks desnecessários, mas que não fazem o filme perder o que eu realmente esperava dele: Um filme divertido, com efeitos exuberantes e uma gostosa vestindo couro.


Se Beber, Não Case - 21 Agosto 2009



A melhor comédia do ano da graça de 2009! The Hangover, ou “a ressaca”, ou Se Beber, Não Case em terras tupiniquins (o título original é sempre melhor) é a noitada que qualquer um de nós portadores do cromossomo XY gostaria de ter. O roteiro é o mais simples do mundo: o cara vai contrair matrimonio e seus amigos resolvem fazer uma despedida de solteiro em Las Vegas, a terra onde todos os pecados são perdoados. Seria mais uma comédia qualquer se não fosse o primor que a história se desenrola: a noitada em questão não é mostrada e a ressaca é o filme! Com direito a destruição da suíte, animais selvagens e até um bebe no quarto... Acometidos de uma terrível amnésia alcoólica (ah! várias lembranças), o noivo sumiu e os amigos se vêem em uma saga para desvendar o mistério da noite anterior. Porém quanto mais próximos eles chegam das respostas, mais se metem em encrenca (ok! admito! chamada de sessão da tarde).

Este mistério que iguala o personagem do cidadão sentado na poltrona do cinema é o diferencial do filme. Se Beber, Não Case foge do humor pastelão, já manjado ou da putaria das comédias atuais. Não há uma piada se quer no filme todo. Então qual a graça do filme? Eu lhes respondo com a minha impressão do filme: Seria aquela história que aconteceu que você sempre conta repetidamente em toda reunião de amigos. Todos já ouviram, poucos acreditam, mas, vocês todos sempre se mijam de rir toda vez que você conta.


Up - Altas Aventuras - 04 Setembro 2009



"'Up' da Disney/Pixar é uma comédia de aventura sobre Carl Fredricksen, um vendedor de balões de 78 anos que finalmente realiza o sonho de uma vida inteira partindo em uma grande aventura depois de prender milhares de balões à sua casa e voar para as florestas da América do Sul. Mas ele descobre - tarde demais - que seu pior pesadelo embarcou com ele na viagem: um menino de 8 anos, excessivamente otimista e explorador da natureza, chamado Russell."

Quando a Disney se propoe a fazer um filme foda, não tem pra ninguém e não me estranha se UP abocanhar todo e qualquer premio a que concorra. Esse foi sem sombra de dúvida o melhor filme que a empresa do Mickey já produziu, apesar de não se tratar tanto assim que um filme pra crianças. Lógico que tem piadinhas simples e uma lição que está mais do que nada cara, mas o que mais me deixa emputecido mesmo em UP é saber que metade das produtoras de cinema ainda não descobriram que não é preciso uma história complexa, de efeitos especiais, de atores de milhões de dólares para se fazer um bom filme, mas sim de uma história que por mais simples que seja também consiga ser maluca, em ative. De personagens que possam ser carnificados e traduzidos em gente como a gente. Que possam nos passar uma mensagem simples: que nunca é tarde demais pra realizar seus sonhos. Viu, simples assim! =D


Bastardos Inglórios - 09 Outubro 2009



O melhor filme de Quentin Tarantino! Embora diferente de todos os anteriores, Inglourious Basterds possui todas as marcas de Tarantino: história em capítulos, trilha sonora mais do que phoda, personagens marcantes (que o diga Hans Landa), sua violência clássica e o principal, diálogos bem construídos com tensão no máximo. O filme possui dois núcleos distintos que permeiam a história do final da 2ª Guerra mundial: A judia francesa Shosanna Dreyfus (Mélanie Laurent) que teve toda sua família chacinada e vislumbra a chance de se vingar, matando todo o auto-estado alemão de uma vez. E o Ten. Aldo Rayne (Brad Pitt) com seus bastardos e sua única missão: matar nazistas.

Tarantino mais do que nunca mostra seu talento para dirigir atores fazendo-os construir personagens repletos de referências, como Pitt, mais canastrão do que nunca. Mas quem rouba a cena é o Cel. Hans Landa (Christoph Waltz), melhor personagem criado por Tarantino. Waltz já levou o Globo de Ouro por Coadjuvante e eu aposto que leva o Oscar. Landa é o estopim da maioria das cenas de tensão do filme. Sua imagem de alto-oficial nazista impõe um medo que é estranhamente extinguido por sua calma e ao mesmo tempo expandido por sua frieza. A personalidade forte do vilão é harmoniosamente contrastada com os demais personagens, todos caricatos de propósito e carregados de estereótipos, como o americano caipira Aldo Rayne de Pitt. Bastardos Inglórios é o marco do amadurecimento de Tarantino, onde ele deixa de ser apenas Cult e mostra que também pode fazer um grande filme para o grande público sem perder sua identidade. Deixa de ser um gênio incompreendido para um gênio agraciado, até pela Academia, esperamos.


Distrito 9 - 16 Outubro 2009



A melhor abordagem cinematográfica sobre tema alienígena! Abençoado pelo Jesus nerd Peter Jackson (produtor), o diretor novato Neill Blomkamp conduz em District 9 uma invasão extraterrestre como nunca antes vista. Esqueça a imagem de poderosos seres e tecnologia que nossa imaginação nem alcança, com o único intuito de dominar o planeta. Os ET’s em questão, é que são os fudidos. Uma nave gigante fica suspensa sobre o centro Joanesburgo, isso mesmo, ela vai para África do Sul e não para os Estados Unidos.

Após algum tempo inerte os humanos perdem a paciência e resolvem ver o que há dentro da nave. Lá encontram uma população de ET’s doentes e desesperados por ajuda. Os mesmos são alojados embaixo da própria nave. Este local, vintes anos depois é uma favela e o governo só pode realocá-los para um distrito (9) a fim de controlar a situação. District 9 começa desta ordem de despejo. Se não fosse apenas pela nova ótica dados aos seres extraterrenos e o final espetacular, com direito a robô gigante. O filme ainda faz uma sutil alegoria ao apartheid. Três palavras: Inovador, Ação e Conteúdo.


Avatar - 18 Dezembro 2009



"Adentramos o mundo alienígena através dos olhos de Jake Sully, um ex-fuzileiro naval confinado a uma cadeira de rodas. Apesar do que aconteceu ao seu corpo, Jake continua se sentindo um guerreiro e viaja anos-luz à estação que os humanos instalaram em Pandora, onde a humanidade quer explorar o minério raro unobtanium, que pode ser a chave para solucionar a crise energética da Terra. Renascido em sua forma avatar, Jake consegue voltar a andar. Ele recebe a missão de se infiltrar entre os Na’vi, que se tornaram um obstáculo à extração do precioso minério. Ocorre que uma bela Na’vi, Neytiri, salva a vida de Jake, o que muda tudo. Jake é acolhido pelo clã de Neytiri, e aprende a ser um deles depois de passar por vários testes e aventuras. O relacionamento de Jake com sua hesitante instrutora Neytiri se aprofunda, e ele passa a respeitar o jeito de viver dos Na’vi, e por fim passa a ocupar seu lugar no meio deles. Logo ele enfrentará a maior de suas provações, ao comandar um conflito épico que decidirá nada menos que o destino de um mundo inteiro. "

FODAM-SE aqueles que reclamaram da história e que demereceram a maestria de uma das maiores obras de todos os tempos. Avatar é sim um dos melhores filmes já feitos e que não me dá o luxo de escolher outra palavra, adjetivo ou subjetivo pra descrevê-lo, se não MARAVILHOSO. É deslumbrante o visual, os efeitos, a história, as interpretações, as seqüencias, os personagens e o mais impressionante é o quanto você mergulha na história, tanto que no final, está torcendo pelos Na´vi e se sente até culpado pelos seres humanos serem exatamente da forma escrachada que são.
Pode até ser que o estrondoso sucesso tenha vindo de todo o hype criado em torno (assim como aconteceu com Batam Cavaleiro das Trevas) mas dentre todas as oscilações emocionais que o filme proporciona, enquanto eu assistia apenas uma frase me vinha na cabeça e hoje encho o peito para dize-la: Obrigado James Cameron!




Agora vote no melhor filme de 2009?
O Curioso Caso de Benjamin Button
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Uma dentre as muitas das belezas de se ter um blog é poder expressar sua opinião, a torque e a direito, sem se preocupar com a opinião dos demais exceto da sua querido leitor! COMENTE!. Partindo deste pressuposto, abro aqui neste post inaugural  e deixo à disposição de meus nobres colegas, mais uma coluna que não sei se irei continuar. O TOP10 será um arquivo de registros para a posteridade de nossa opinião de merda sobre a vida, o universo e tudo mais. Ai você me pergunta: “TOP10, e qual a novidade nisso?” E eu respondo: “Nenhuma, simples assim!”.

Para dar o ponta-pé inicial de nossa setlist, decidi enumerar as melhores composições de nosso Raulzito, de quem já deixei bem claro neste blog ser fã incondicional. Confesso que foi um trabalho danado escolher apenas 10 músicas na discografia da minha Biblioteca Winamp, por isso eliminei de cara os mais conhecidos como Gita, Eu Nasci Há 10 Mil Anos Atrás, Metamorfose Ambulante, O Dia Em Que A Terra Parou e Sociedade Alternativa. Assim sendo, aqui estão as dez melhores obras do Sr. Raul dos Santos Seixas, segundo a minha pessoa:

10# Eu Sou Egoista - Novo Aeon : 1975



 9# Sapato 36 - O Dia Em Que A Terra Parou : 1977


 8# Por Quem Os Sinos Dobram - O Segredo Do Universo : 1983


 7# Rockixe - Krig-Ha, Bandolo! : 1973


 6# Let Me Sing, Let Me Sing - Os Grandes Sucessos De Raul Seixas : 1983


 5# O Homem - Há Dez Mil Anos Atrás : 1976


 4# Judas - Mata Virgem : 1978


 3# How Could I Know - Krig-Ha, Bandolo! : 1973


2# S.O.S - Raul Rock Volume 2 : 1986


1# Loteria da Babilónia - Gita: 1974


BÔNUS# Tente Outra Vez - Novo Aeon : 1975
Essa entra na lista como bônus, porque… Alguém sabe porque…


Sentiu falta de alguma música? Não concorda com a ordem? Não gosta de Raul Seixas seu infiel?
Então use e abuse do seu direito democrático de ir, vir, estar, permanecer e digo mais: Protestar: COMENTE…

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