Você sabe a diferença entre TU e VOCÊ???

O Presidente de um Banco estava preocupado com um jovem e brilhante diretor que, depois de ter trabalhado durante algum tempo com ele, sem parar nem para almoçar, começou a ausentar-se ao meio-dia. Então o Presidente chamou um detetive e disse-lhe:


- Siga o Diretor Lopes por uma semana durante o horário do almoço.


O detetive, após cumprir o que havia lhe sido pedido, voltou e informou:


- O Diretor Lopes sai normalmente ao meio-dia, pega o seu carro, vai à sua casa almoçar, faz amor com a sua mulher, fuma um dos seus excelentes charutos cubanos e regressa ao trabalho.


Responde o Presidente:


- Ah, bom, antes assim. Não há nada de mal nisso.


Logo em seguida o detetive pergunta:


- Desculpe. Posso tratá-lo por tu?


- Sim, claro! - respondeu o Presidente surpreendido!


- Bom, então vou repetir - falou o detetive


- O diretor Lopes sai normalmente ao meio-dia, pega o teu carro, vai à tua casa almoçar, faz amor com a tua mulher, fuma um dos teus excelentes charutos cubanos e regressa ao trabalho... Entendeu agora?

A Língua Portuguesa é mesmo fascinante!!!!!

O Red Hot Chili Peppers é uma banda estadunidense formada em 1983 na Califórnia, como todos podem perceber em suas letras quase sempre exaltando sua terrinha Hollywood... blá blá blá... Wikipédia... blá blá blá...

O som dos caras é muito PHODA, mistura vários estilos de rock, a banda é deveras irreverente e o bom humor impera nos shows e clipes. Característica atribuída à forte amizade entre os integrantes que se conhecem desde o colégio. No vocal Anthony Kiedis, no baixo Michael "Flea" Balzary, na bateria Chad Smith (sósia do Will Farell) e na guitarra John Frusciante.

Falando em clipes, o Red Hot possui vários na casa dos melhores, como esse que eu posto hoje não tinha nada pra falar da banda, mas tinha que postar o clipe que zoa todos os estilos de bandas de rock desde o rei Elvis Presley até os malditos emos, passando pelo Glam rock do Twisted Sisters e até pelo grunge do Nirvana.

O Oscar está mudando. Há anos a premiação não apresentava nenhuma novidade, mas deixava evidente que o lance já não era mais o épico, mas sim ser bom realmente e isso aconteceu em 2009, quando um tal de Danny Boyle venceu por "Quem quer ser um milionário". Juro que nunca tinha prestado atenção nele, até que a história do indiano que participcaiu do show do milhão dos sete véus caiu nas graças do público. Aí que eu vi que realmente é possível contar uma história já batida, de maneira original. Agora em 2011, o cara volta à tona com um filme atípico, apoiado na edição (e que não poupa o expectador) contando novamente uma história deveras conhecida, mas com uma ótica extremamente autêntica, o que falta hoje em dia no cinema, e sem parecer forçado. Algo cansativo, torna-se uma experiência memorável nas mãos de Boyle. #fato


127 Horas é o último dos indicados ao Oscar de Melhor Filme que faltava estrear no país e conta a história real do famoso alpinista Aron Ralston (adaptada do livro “Between a Rock and a Hard Place”), que tem que salvar a própria vida após ficar preso por um pedregulho cai que e esmaga o seu braço, num cânion isolado no Parque Nacional de Utah. Nos cinco dias seguintes, Ralston tem que ganhar coragem para sobreviver com os meios disponíveis, ao mesmo tempo em que é visitado pelas lembranças de amigos e familiares.

Porra, como eu gosto de filmes que nos fazem pensar e admito que 127 horas me deixou arrepiado. Acompanhar os devaneios por demais dolorosos de Aron no filme foi uma experiência interessante e mais que isso foi ver que nossos próprios problemas que pensamos ser tão complicados não chegam nem perdo de como o dele foi. Passamos nossas vidas pensando no que poderiamos ter feito diferente e lamentando nossa luta na rotina chata de ir a escola, acordar cedo, trabalhar, e etc, mas sem pensar que caralhos podem acontecer de uma hora pra outra e que transformariam esses pequenos problemas em absolutamente nada, ao nos deparamos com uma situação-limite como foi a do alpinista.

Talvez o maior defeito do ser humano seja viver a vida sem afirmar os detalhes dela a todo custo e lamentar o que se fez de errado no passado quando é tarde demais. Aron lamentou não ter atendido o telefone quando sua mãe ligou, pensou sobre algum dos erros que cometeu quando já não tinha mais esperanças de ser resgatado e viu a importância das pequenas coisas que passam desapercebidas no dia a dia. Você, leitor, por algum instante já parou pra pensar que talvez, o momento que está passando agora, possa ser o último? Que o destino talvez não te dê mais uma chance de viver novamente um momento que passou? Que viver a vida a todo custo não seja uma tarefa tão árdua assim e que essa talvez seja a sua última chance consertar erros passados e reviver momentos, antes que seja tarde demais? Todos nós passamos grande parte de nossas vidas pensando no "Se..."... E "Se" ele não tivesse esquecido o canivete... e "Se" ele tivesse avisado onde ia... e "Se" ele tivesse dito que amava as pessoas ao seu redor...

Todos temos pedras no nosso caminho e pro cara foi muito mais difícil superar seu obstáculo. Quem de nós teria coragem de fazer o que ele fez? Em 127 horas, Danny Boyle contou a história de um homem só, que teve seu instinto de sobrevicência levado às últimas consequências quando, para se livrar da enrascada em que se meteu, teve que cortar o próprio braço.  “Náufrago” e “Enterrado Vivo" já contaram histórias parecidas, e a primeira vista a imagem que temos é de um filme não tão original assim, mas o ritmo acelerado e emocionante que o diretor utilizou fez toda a diferença e deixa o espectador o tempo todo agarrado à tela. Sério, diferentemente dos dois que mencionei ali em cima a montagem de 127 Horas é muito dinâmica, enquanto os flashbacks apresentam um pouco do personagem a fotografia é arrebatadora e cumpre sua função de mostrar um ambiente claustrifóbico e as alucinações vividas pelo personagem, com muita energia num tom leve e fugaz externando uma série de emoções, sem nunca deixar de convencer o público de que realmente o cara está passando por um perrengue daquelas. As tomadas de dentro da garrafa pra termos uma noção de que a água está acabando e a estética publicitária na hora em que ele está com sede e lembra do Gatorade que esqueceu no carro também deram um tom assaz diferente na película.


Mas de que adiantaria tudo isso se o protagonista nos deixasse na mão? Aqui James Franco teve muito carisma e conseguiu colocar o espectador a seu favor segurando quase todo filme sozinho externando as fantasias e delírios de um homem forte, sensível e só (ao contrário de Ryan Reynolds no citado suspense de Rodrigo Cortés que não teve nem um pouco do carisma que Franco teve). O que eu achei mais legal na atuação de Franco foi a maneira que ele conseguiu mostrar a paixão pela vida e a energia que o personagem têm, ou se preferirem a vontade de viver dele. Uma das melhores atuações do ano, mas não sei se levaria o Oscar...  talvez não, mas aí vale a divagação. "Quem Quer Ser Um Milionário", venceu oito das dez indicações ao Oscar que teve mas esse ano é certo que o diretor não repita o mesmo sucesso mediante às inúmeras ótimas opções em todas as categorias. O filme é bom, cumpre e vai além o que propõe, foi contado de uma maneira formidável, mas acredito que seja com indicação à “melhor música” por “If I Rise”, escrita pela Dido e composta por A.R.Rahman que ele tenha suas chances de vitória.

Histórias de sobreviventes já eram blockbusters ou bestsellers e continuam presentes, mas tudo vai da maneira que as contam e Danny Boyle conseguiu fazer com que 127 horas não seja apenas mais um filme de superação com imagens e frases de efeito ou "aquele filme em que o cara corta o braço" mas sim uma obra soberba com intensidade que vai prender o espectador do início ao fim. É maravilhoso.


Inspirado pelo Nerdcast 247 – As bizarrices do Rock Pauleira, resolvi retornar 13 semanas depois com o Rock de Domingo em grande estilo: Black Sabbath os pais do heavy metal. A banda da terra da rainha foi formada em 1968 encabeçada por Ozzy Osbourne e Tonny Iommi. Influenciados por Led Zeppelin, Deep Purple e Jimmy Hendrix dentre outros; criaram um som particular, pesado e distorcido que posteriormente foi chamado de heavy metal.

O primeiro álbum saiu em 1970 intitulado Black Sabbath já mostrando ao mundo a que veio, a atmosfera obscura, o som pesado e distorcido sobre letras de assuntos ocultistas e até macabros. O disco seguinte Paranoid prosseguiu e afirmou o estilo da banda, que se manteve nos demais trabalhos, é considerado um dos discos mais influentes do metal. Dentre os clássicos produzidos nestes tempos áureos da banda podemos citar Black Sabbath, Iron Man, N.I.B., Paranoid e War Pigs.

Muitas foram as formações da banda, mas sem dúvida o maior desfalque foi a saída do "Príncipe das Trevas" Ozzy Osbourne que abandonou os vocais em 1977 para seguir carreira solo. O guitarrista Tonny Iommi é o único integrante fixo de toda trajetória da banda, que já teve o recém falecido Ronnie James Dio (1980-1982), Ian Gillan (1983-1984) e Tony Martin (1987-1990) no front do grupo.

Outra curiosidade sobre o guitarrista canhoto Tony Iommi é que ele perdeu as pontas de alguns dedos da mão direita em um acidente de trabalho. Isso o obrigou a usar uma espécie de dedeira de metal para tocar. Esta desvantagem na verdade veio para o bem do rock, pois usando a dedeira Tony conseguia segurar melhor as notas o que o levou a compor riffs cultuados e copiados por inúmeros guitarristas.

Particularmente falando, não sou um fã dos filmes de faroeste, mas tenho uma certa simpatia que nem eu entendo por eles... aliás, entendo sim. Cresci vendo meu pai, os irmãos dele e o meu avô (que são fãs incondicionais do gênero) assistindo John Wayne, Claudia Cardinale, Sergio Leone, Clint Eastwood, Buck Jones, Bill Elliot, Tim McCoy, Robert Redford, entre outros, em histórias cheias de marra, quando os EUA era jovem e seu velho oeste ainda era selvagem e admito que os anti-heróis dali me fascinavam. Certa vez, li uma frase que dizia: "O oeste, qualquer país tem, mas um como os EUA, nenhum jamais terá" e para o cinema, realmente "Velho Oeste" foi uma poderosa invenção que trouxe obras inesquecíveis e que nos fizeram enxergar a epopéia de seus heróis como os homens que realmente foram. Infelizmente, o passar do tempo e o fenômeno de androgenização da juventude estão fazendo essas histórias cheias de idiosincrasias e que marcaram uma geração simplesmente se perderem.


Agora, em 2011, três anos depois do lançamento do totalmente excelente "Onde os fracos não têm vez" (No Contry for old man), os irmãos Coen trazem à tona, mais um filme do gênero que acaba sendo seu porto seguro, o remake de mesmo nome do clássico protagonizado por John Wayne em 1969, "Bravura Indômita". Nele, conhecemos a jovem garota determinada a fazer justiça Mattie Ross (Hailee Steinfeld) quando chega a Fort Smith, Arkansas, em busca do covarde Tom Chaney (Josh Brolin) que teria matado seu pai por duas barras de ouro antes de se embrenhar por território indígena.
Para conseguir perseguir Chaney e o ver enforcado, Mattie procura a ajuda de um homem conhecido como o mais cruel xerife da cidade - o impulsivo e beberrão Rooster Cogburn (Jeff Bridges), que, depois de muitas objeções, concorda em acompanhá-la. Mas o bandido já é alvo do policial texano LaBoeuf (Matt Damon), que quer pegar o assassino e o levar ao Texas por uma boa recompensa.Cada um com sua teimosia e impulsionados por seus próprios código morais, esse improvável trio toma um rumo imprevisível quando se vê envolvido com mal e brutalidade, coragem e desilusão, obstinação e amor genuíno.

Pena que não existem mais heróis como antigamente, não acham? Coragem, teimosia, motivação e espírito heróico é o que falta no cinema hoje em dia. Uma das conjecturas do filme que, pelo menos pra mim, ficou latente é a diferênca visível entre os mocinhos de hoje em dia e os Heróis de verdade, propriamente ditos. Em Bravura Indômita, esta experimentação reside mesmo na necessidade da sutileza, do classicismo pelo “velho”. Cogburn é um homem da lei, mas que age fora dos padrões estabelecidos por ela sendo um agente controverso e beberrão mas que deixa visível que coragem uma de suas virtudes e nos mostra que heróis podem sim ser pessoas que buscam o caminho dos excessos. Os mocinhos de hoje em dia, em todos seus conflitos pessoais e busca pela perfeição, se tornam tão monótonos e chatos quanto olhar a tabela nutricional de uma garrafa de água. #Fato

Como característica dos Irmãos Coen, eles conseguiram preencher o filme com excelentes diálogos. Mas isso por muitas vezes se arrasta, dando a impressão que a história não estava indo à lugar algum. Demora muito para tudo se encontrar e as cenas mais esperadas acontecem de forma simples, sem a emoção, a preparação e a trilha sonora que cresce junto com a emoção que acompanha o àpice do filme.

Um dos grandes desafios de fazer um longa baseado em uma obra já filmada, é que sempre irão aparecer as comparações, mas aqui não tenho como comparar o filme completo com o pouco material que há no youtube do classido de 1969, mas admito que Jeff Bridges está no seu auge (e em sua zona de conforto, interpretando um beberrão), pena que ele sozinho não salva o filme. O talento da Hailee Steinfeld não deu sorte aqui, sendo a menina de lingua afiada e personalidade forte. Impressiona, mas não cativa. O filme teve dez indicações ao oscar e não rejeita a essência dos clássicos do western, mas isso não foi o suficiente. É diferente dos outros indicados que são beeeem mais inovadores. "Bravura indômita" é somente correto. Vai concerteza levar o prêmio por melhor fotografia... o restante atende a expectativa, mas não trás nada de impressionante, exceto a atuação de Bridges.



A dimensão dramática e emocional mesmo vem apenas no final, só que não traz nada de novo ou surpreendente se olharmos todo o conjunto da obra. Cogburn carregando Mattie durante toda a noite, na tentativa de salvá-la fecha com chave de ouro a excelente interpretalção de Bridges e deixa saliente a perseverança e a fé inabalável estampada no rosto do nosso herói e o espírito que motivou o caminho dramático dos personagens. John Wayne recebeu o único oscar de sua carreira por Bravura Indômita e é de se espantar que ele tenha o feito apenas uma vez. Jeff Bridges correspondeu à altura o talendo de Wayne, e eu torço do fundo do coração para que ele ganhe... em vão, pois ao que tudo indica 2011 se tornará mais uma vez um ano em que um protagonista politicamente ganhará, e ponto.

Um filme perdido dentro de si, numa espécie de labirinto pós-moderno de sentimentos, felicidades, medos e sexo. Essa é a minha definição da totalmente não ortodoxa e, mais do que b-r-i-l-h-a-n-t-e comédia romântica "Amor e Outras Drogas".

Contradição? É, pode ser, mas calminha aí que eu explico.

O formato das comédias românticas é muito engessado e talvez seja por isso que não gosto delas. O apelo ao drama que muitas fazem na tentativa de fazer você chorar são artimanhas mais do que ultrapassadas hoje em dia, o que as vezes da a impressão que em determinados filmes as produtoras colocam em cheque a inteligência do público alvo, que está cada vez mais exigente e querendo ser surpreendido. Para que uma história realmente consiga comover, não basta só carinhas bonitas que pros espectadores pareçam artificiais (e são) sem que haja a construção dos personagens e nesse ponto o "Amor e Outras Drogas" acertou em cheio, mas exageraram nos elementos em torno da trama de Maggie e Jamie, o que por muitas vezes, deixou perdido o que realmente importava na história. O problema não está na fórmula, mas sim que colocaram coisas demais no filme.


Aqui, Jake Gyllenhaal (O Segredo De Brockback Mountain) é Jamie Randall, um sedutor incorrigível do tipo que perde a conta do número de mulheres com quem já transou. Após ser demitido do cargo de vendedor em uma loja de eletrodomésticos, por ter seduzido uma das funcionárias, ele passa a trabalhar num grande laboratório da indústria farmacêutica. Como representante comercial, sua função é abordar médicos e convencê-los a prescrever os produtos da empresa para os pacientes. Em uma dessas visitas, ele conhece Maggie Murdock (Anne Hathaway), uma jovem de 26 anos que sofre de mal de Parkinson. Inicialmente, Jamie fica atraído pela beleza física e por ter sido dispensado por ela (tipico pra nós homens), mas aos poucos descobre que existe algo mais forte. Maggie, por sua vez, também sente o mesmo, mas não quer levar adiante por causa de sua doença.

Como mencionei antes, o legal mesmo foi acompanhar como o Jamie passou a entender muito mais sobre si mesmo enquanto descobrimos aos poucos o por que de tamanha aversão por parte da moça ao conceito de romance. Quem disser que não se identificou com nenhum momento do filme está sendo um babaca propositalmente. Sentem o cheiro da polêmica e da discussão calorosa do filme? Vivemos nossas vidas numa permanente "ousadia calculada", que Maggie fez questão de deixar de lado pelo medo de se apaixonar e ser abandonada. Que atire a primeira pedra quem nunca pensou assim ao menos uma vez tentando suprimir a vontade de estar com alguém ou, que se arrependeu por algum momento de deixar de viver uma situação seja ela de amor pleno, ódio, indiferença e porra, talvez a própria vida afinal, por medo. No decorrer da película vemos isso latente em ambos os lados, seja pela parte de Jamie o gélido "don juan" que demora pra se resignar e que não quer compromisso, mas que em dado momento chora, ouve conselhos, briga, e por fim, não resiste em se apaixonar (a cena em que ele quase passa mal pra conseguir dizer que ama ela é assaz)... ou por parte da Maggie, que sabe como ninguém que a chatice tira toda a graça da mulher, se tornando assim o tipo que todo homem procura, mas ignora qualquer ligação estável com alguém por medo, vivendo uma espécia de manual perspicaz próprio em busca apenas de gratificação imediata (aqui tratada pelo sexo casual e sem compromisso), mas sem deixar de lado a vaidade e o cuidado com a beleza, características femininas por excelência. Voilá, uma comédia romântica FODA!

As cenas de sexo fazem muito sentido, até por que foi o sexo que fez com que eles se apaixonassem um pelo outro, com uma importantíssima diferença: as cenas de nudez da maravilhosa Anne Hathaway estão muito naturais e não são tratadas como algo reprimido ou algo forçado que provoque incomodo. Ela está solta e isso deixa mais ainda visível a quimica entre ela e Jake Gyllenhaal (pra quem não se lembra, eles eram casados em O Segredo de Brokeback Mountain). As melhores cenas pra mim, são as em preto e branco em que temos a visão dos protagonistas, enquanto se declaram. Com tudo isso, é de de esperar que o destaque óbvio no elenco seja de Anne Hathaway e se esse ano não ouvesse uma competição tão acirrada, seria de se esperar que ela recebesse uma nova indicação ao Oscar de melhor atriz.



Na adaptação do livro Hard Sell: The Evolution of a Viagra Salesman“, escrito por Jamie Reidy, o diretor Edward Zwick vai a fundo na relação existente entre os médicos e seus pacientes mostrando a indústria farmacêutica em 1996/1997 de forma nua e crua, além das pessoas com Parkinson e isso é um atrativo e tanto, mas eu acredito que seria mais interessante se isso tivesse sido feito em um filme à parte, pois há certos desfechos que, por muitas vezes, dão sensação que estamos vendo dois filmes: um com uma história de duas pessoas que se apaixonam, e outro sobre o mundo dos remédios. Foi aí que ele pecou. O excesso de referências à decada de 90 também foi um vacilo, mas não tão grande.

"O Amor e outras drogas" é um filme muito bom e certamente vai agradar, mas mais do que isso, vai cativar e fazer pensar todos que assistirem (sem excessões) sejam eles homens que por um motivo ou outro se tornam moderadamente ou exageradamente sem culhões com os tombos que a vida dá, e acreditam que é muito mais fácil ir à cabarés apenas pra se roçar nas quengas do que realmente se entregar à uma pequena, ou as mulheres que se acham auto-suficientes, super bem resolvidas, mas no fundo são e chatas pra cacete e que se realmente fossem espertas, saberiam que toda mulher deveria ser um pouquinho Maggie Murdock.


Bom, visitando as internetias da vida encontrei este texto que particularmente achei importante para nossas mulheres brasileiras e nossos menininhos brasileiros. Diretamente Ctrl+c Ctrl+v do blog "Tramado por mulheres" segue para degustação:
"Assunto tabu, mas nem tanto. Semana passada fiz uma pesquisa rápida pelo mundo do twitter para entender como as mulheres ainda enxergam o sexo anal!
Muitos homens tem vontade de dominar uma mulher pelas ancas, outros já conseguiram, alguns não se arriscam; mas hoje é foco é feminino. E aí, querida, o que você acha de sexo anal?
Incrível como as mulheres que já praticaram ou ainda praticam não tem vergonha em falar publicamente sobre o assunto, algumas preferem deixar o mistério e vieram me contar por mensagens privadas (msn, gtalk, email ou dm).
Depois de muito debate chegamos a algumas conclusões:
- Toda mulher tem interesse em saber como é. Seja para agradar a si mesma ou para agradar o companheiro. De uma maneira ou outra ela, pelo menos, já pensou no assunto. Agora a ação que é o complicado.
- Todas reclamaram que a primeira dói. Uma parte para por ali mesmo, outras tentam mais uma e desistem de vez, algumas pegam gosto e técnica.
- Atenção: TODAS disseram que o homem tem que saber o que está fazendo. As novatas pedem carinho, as experientes pedem para colocar tudo de uma vez e todas pedem para estimular bem.
- As que fizeram e continuam dizem ser mais gostoso que sexo comum. E mais, elas que gostam de controlar o movimento.
- As que tem interesse em fazer não sabem como chegar para o parceiro e pedir “come meu cu”. Meninos, ajudem! Se a mocinha empina a bundinha, ou movimenta o seu pênis em direção ao buraco de trás ENTENDAM o que isso significa.
- Mulheres que não curtem, mas fazem, acreditam que sexo anal é um prêmio e o cara precisa se esforçar muito para ganhar.
Uma coisa é fato. Independente de terem feito ou não, mulheres ainda tem vergonha de falar sobre o assunto. Apesar de eu ter recebido várias respostas, não são nada comparadas a outras pesquisas que costumo realizar para posts novos. Incrível como é uma coisa que acontece sempre, que pensam sempre, mas que ainda parece um assunto proibido ou errado.
Até mesmo li algumas meninas comentando que as mulheres estão vendo muito pornô e por isso fazendo/pensando mais sexo anal. Será?
Eu realmente acredito que o pornô ajudou a popularizar sexo anal, mas não vejo como um caminho ruim e sim natural. As pessoas fazem isso, só depende a maneira como você enxerga. Se você acredita ser errado, se acha que é coisa de puta, realmente nunca será bom e muito menos um assunto tranquilo de conversar.
Algumas meninas tem medo de tocar no assunto por achar que não devem fazer e muito menos pensar nisso. Acreditam também que os homens enxergam mulher que não faz sexo anal como mulher para casar. E aí, meninos? É assim mesmo?
O cu está lá, tem terminações nervosas que dão prazer sim e você pode chegar ao orgasmo com isso. Lógico que não quero forçar a barra e gritar por aí “Façam sexo anal”, mas se você tem curiosidade, por que não tentar? E tentar direito. Sexo anal não é enfiar uma coisa na outra como se fosse lego, envolve outras coisas.
O homem tem que entender que não é um buraco de boneca inflável, a região é sensível, mas também não significa passar manteiga e esperar para escorregar.
A mulher precisa estar relaxada e excitada. Se ela estiver tensa e você tentar isso logo que começar a brincadeira, meu amigo, esqueça. Não vai entrar nem ar. Portanto seguem dicas que minhas queridas amigas passaram, junte tudo, bata um bolo e seja feliz!
- O ritmo é diferente do sexo comum, tem que ser devagarinho, com mais carinho.
- Alise a região, passe os dedos, comece a penetração com os dedos para acostumar e relaxar a musculatura.
- Colocar o dedo, esperar o músculo contrair, mexer o dedo, contrair, mexer mais um pouco, contrair. O local vai relaxando se você fizer isso.
- Travesseiro na barriga ajuda a relaxar a musculatura também, ficar de bruços é a preferência da mulherada. Dá pra ir controlando, subindo e descendo.
- Sem brutalidade. Por ser uma região sensível pode sangrar, vão com calma nos movimentos. Se sangrar a gata desiste de continuar fazendo.
- Tem um spray chamado Ampary’s que faz milagre. Go, farmácia, go
- Faça sexo normalmente e aproveite para estimular a região, quando mais “mole” ela estiver, mais fácil fica.
- Deixe que ela controle a entrada, mas se algumas mulheres preferem que vá de uma vez. Converse antes para ver o que ela prefere.
Dica para as meninas:
- Alimentos leves e chuca garantem diversão sem sujeira. Já ouvi papos de laxante, mas não apelem, pode fazer mal para a saúde ficar se entupidindo de laxante e ainda é capaz de dar um piriri na hora do vamos ver.
Para quem curte, boa diversão. Para quem tem curiosidade, tente com carinho e com a pessoa certa. Para quem não curte, aproveite com mais vigor outros prazeres."

"a lá lá ô ôÔô ôÔô mas que calô ôÔô ôÔô...atravessamos o deserto do Saara, o sol estava quente e queimou a nossa cara..."; "eu mato, eu mato quem roubou minha cueca pra fazer pano de prato"...


... é com essas divertidíssimas frases musicais que venho jogar aos quatro ventos a história desta festa cheia de putaria brilhantismo a qual comemoramos todos os anos faça sol ou faça chuva, o tão aguardado CARNAVAL.
O carnaval é considerado uma das festas populares mais animadas e representativas do mundo. Tem sua origem no entrudo português, onde, no passado, as pessoas jogavam uma nas outras, água, ovos e farinha. O entrudo acontecia num período anterior a quaresma (que no popular seria: “façam todos tipos de putarias, bebedeiras, orgias que puderem porque depois é 40 dias sem nada disso hein povo”) e, portanto, tinha um significado ligado à liberdade. Este sentido permanece até os dias de hoje no Carnaval, só que “um pouco” modificado. Sinto dizer mas carnaval é sinônimo de toda bagunça que seu corpo agüentar e quantos caras você conseguir beijar e dar e vice e versa para os meninos, só que nos dias de hoje isso não cessa na quarentena...bom, detalhes a parte vamos continuar com nossa historinha. No Brasil, no final do século XIX, começam a aparecer os primeiros blocos carnavalescos, cordões e os famosos "corsos". Estes últimos, tornaram-se mais populares no começo dos séculos XX.

As pessoas se fantasiavam, decoravam seus carros e, em grupos, desfilavam pelas ruas das cidades. Está ai a origem dos carros alegóricos, típicos das escolas de samba atuais. No século XX, o carnaval foi crescendo e tornando-se cada vez mais uma festa popular. Esse crescimento ocorreu com a ajuda das marchinhas carnavalescas (“bota camisinha, bota meu amor, que hoje tá chovendo, não vai fazer calor”; ou “ se você pensa que cachaça é água, cachaça não é água não, cachaça vem do alambique, e água vem do ribeirão...”) e assim por diante essas músicas iam deixando os carnavais cada vez mais animados. A primeira escola de samba surgiu no Rio de Janeiro e chamava-se Deixa Falar. Foi criada pelo sambista carioca chamado Ismael Silva. Anos mais tarde a Deixa Falar transformou-se na escola de samba Estácio de Sá. A partir dai o carnaval de rua começa a ganhar um novo formato. Começam a surgir novas escolas de samba no Rio de Janeiro e em São Paulo. Organizadas em Ligas de Escolas de Samba, começam os primeiros campeonatos para verificar qual escola de samba era mais bonita e animada, daí pra frente meu amigo, é igual mulher quando quer dar, ninguém segura! É água morro abaixo, fogo morro acima e ripa na xulipa. Não querendo me fazer de puritana ou dizer que eu não gosto dessa festa, muito pelo contrário, mas já pararam pra observar quantas crianças nascem nos meses de outubro e novembro? (eu sou uma delas!) já pararam pra para observar quantas adolecentes ficam grávidas nessas farras e geram crianças indesejadas e desprogramadas? já pararam pra ver os milhares de acidentes no trânsito que acontecem nesta época? Gente, carnaval é uma delícia, então, vamos curtir com muita responsabilidade ok meus taradinhos e taradinhas!! Lembrando que este ano o carnaval em algumas cidades começará no dia 04 de março 2011, porque em algumas já começou faz tempo hehehehe...


O ano de 2010 foi decepcionante pra mim no quesito cinema. Me mudei pra Cuiabá e uma das coisas que mais martelavam na minha cabeça durante toda a transição era que eu poderia ver uma quantidade homérica de bons filmes em primeira mão, na sua estréia, mas isso não aconteceu. Não pelo fato de "ir ao cinema", mas pela motivação de que poucos bons filmes, estariam lá a minha espera. Eram projetos caros, muito falados, esplendorosos visualmente, mas que não geraram aquela satisfação. Havia sim bons filmes, mas a maioria era... morno.

Foi chegando a metade do ano, e a situação mudou, até que no fim de 2010 e a mesa virou de tal forma que veio à compensar as frustrações com produções sensacionais, e agora no começo de 2011, somos brindados com ótimos filmes (e realmente, os melhores estão ali no Oscar), mas confesso que Cisne Negro, pra mim foi a maior surpresa de todos, até agora.


Eu não sabia muito bem do que se tratava, apenas sabia que Natalie Portman, uma das minhas Top 10 musas gringas, estaria nele, o que já era uma grande motivação pra assistir. O tempo foi passando e o fato de a moça ganhar o Globo de Ouro de melhor atriz, me fez ter o mínimo de curiosidade e enfim, assisti à esse filme fantástico.

Nele, Natalie Portman é Nina Sayers, uma bailarina de uma companhia novaiorquina. Sua vida, como a de todos nessa profissão, é inteiramente consumida pela dança e, incentivada pela árdua cobrança da mãe (uma bailarina frustrada) Nina ignora até mesmo suas próprias nuances, pela dança, até que Thomas Leroy (Vincent Cassel), decide substituir a bailarina principal, Beth MacIntyre (Winona Ryder), na apresentação de abertura da temporada e Nina é sua primeira escolha. Surge então uma concorrente: a nova bailarina, Lily (Mila Kunis), que deixa Thomas impressionado.
O Lago dos Cisnes, requer uma bailarina capaz de interpretar tanto o Cisne Branco com inocência e graça, quanto o Cisne Negro, que representa malícia e sensualidade. Nina se encaixa perfeitamente no papel do Cisne Branco, porém Lily é a própria personificação do Cisne Negro. As duas desenvolvem uma amizade conflituosa, repleta de rivalidade, e Nina começa a entrar em contato com seu lado mais sombrio, mexendo com seu psicológico.

A dualidade presente no balé “O Lago dos Cisnes” de Tchaikovsky é o ponto-chave do roteiro. Nele vemos, não só a interpretação durante a dança, mas o quão complexo é o psicológico de Nina e como toda a sustentação daquela moça inocente, doce, meiga e frágil rui por conta das exigências de Thomas (e dela mesma) para que ela encarne também o Cisne Negro, apelando para a exploração do seu lado obscuro e fazendo-nos refletir sobre os terrenos inexploráveis de nossos anseios e obsessões, afinal, qual a fagulha que acende a chama de nossa coragem pra mostrar realmente quem somos e o que queremos?

Toda essa sustentação dos medos e inseguranças de Nina e a mistura de ficção com realidade, imaginação com verdade, delírio e fantasia com fatos, fazem com que Cisne Negro, se torne o tipo de filme "cospe ou engole". Não tem um meio termo pra definir. Natalie Portman, em uma interpretação magistral, nos mostra o lado anárquico da protagonista em plena desintegração psicológica que, na tentativa de encontrar o lado mais selvagem, pra interpretar o cisne negro, cai em desequilíbro. É a típica moça antissocial, obsessiva, egoísta e capaz, que simboliza a hóstia dos pecados mortais daqueles que não tem o lampejo coragem necessário para serem o que realmente querem e que ficam focados apenas em projeções no horizonte que jamais saberão se são reais ou não. Nina foi lá conferir se sua projeção era real, e nos presenteou com essa obra. PUTAQUEPARIU, UM FILMAÇO!


Original, é isso que o filme é. Culpa do diretor Darren Aronofsky que é um cara que vai até as últimas consequências com seus personagens em sequências interessantes e que dão enfase na jornada pessoal de seus protagonistas, geralmente guiados por uma obsessão. Um filme do cara que eu particularmente achei arrebatador foi O Lutador, que, não por coincidência funciona meio como uma imagem espelhada para o Cisne Negro. Ambos brutalmente naturalistas e psicolóigicos. E não deixando de lado, outra interpretação que vale a fita é a da Mila Kunis. Meu Deus, como ela ficou tanto tempo na surdina. Por alguns instantes a Ucraniana rouba a cena, não só pela beleza, mas pela interpretação. Se não fosse pelas ótimas indicações para atriz coadjuvante, não seria de estranhar que ela estivesse lá, com um adendo FODA para a cena lésbica. YAY!

Natalie Portman está perfeita aqui, e eu recomendo Cisne Negro com todas as forças pra aqueles que querem se surpreender. E pra aqueles que quiserem fazer uma fézinha na moça pro dia 27 de Fevereiro, quando acontece a entrega do Oscar, onde ela está concorrendo como melhor atriz, eu cubro qualquer uma das apostas, E DOBRO! Alguém encara?


Para os queridos leitores cachaceiros do blog @eitabagaceira

Você vai ao bar e bebe uma cerveja.
Bebe a segunda cerveja, a terceira, e assim por diante.O teu estômago manda uma mensagem pro teu cérebro dizendo "Caracas véio... o
cara tá bebendo muito líquido, tô cheião!!!"
Teu estômago e teu cérebro não distingüem que tipo de liquido está sendo ingerido, eles sabem apenas que é líquido.
Quando o cérebro recebe essa mensagem ele diz: "Caramba, o cara tá maluco!!! E manda a seguinte mensagem para os rins "Cara, filtra o máximo de sangue que tu puder, o hômi aí tá maluco e tá bebendo muito líquido, vamo botar isso tudo pra fora" e os rins começam a fazer até hora-extra, filtram muito sangue e enchem rápido a bexiga.
Daí vem a primeira corrida ao banheiro. Se você notar, esse 1º xixi é com a cor normal, meio amarelado, porque, além de água, vêm as impurezas do sangue .O rim aliviou a vida do estômago, mas você continua bebendo e o estômago manda outra mensagem pro cérebro "Cara, ele não pára, socorro!!!" E o cérebro manda outra mensagem pro rim: "Véio, estica a baladeira, manda ver aí na filtragem!!!"
O rim filtra feito um louco, só que, agora, o que ele expulsa não é o álcool ele manda pra bexiga apenas ÁGUA (o líquido precioso do corpo). Por isso que as mijadas seguintes são transparentes, porque é água. E quanto mais você continua bebendo, mas o organismo joga água pra fora, e o teor de álcool no organismo aumenta, e você fica mais "bunitim".
Chega uma hora em que você tá com o teor alcoólico tão alto que teu cérebro desliga você. Essa é a hora em que você desmaia... dorme... capota... resumindo: essa é a hora em que o teu... não tem dono!
Ele faz isso porque pensa "Meu, o cara tá a fim de se matar, tá bebendo veneno pro corpo, vou apagar esse doido pra ver se assim ele pára de beber, e a gente tenta expulsar esse álcool do corpo dele".
Enquanto você está lá, apagado (sem dono), o cérebro dá a seguinte ordem pro sangue "Bicho, apaguei o cara, agora a gente tem que tirar esse veneno do corpo dele. O plano é o seguinte, como a gente está com o nível de água muito baixo, passa em todos os órgãos e tira a água deles, e assim a gente consegue jogar esse veneno fora".
O sangue é como se fosse o Boy do corpo. E como um bom Boy, ele obedece às ordens direitinho e, por isso, começa a retirar água de todos os órgãos. Como o cérebro é constituído de 75% de água, ele é o que mais sofre com essa "ordem", e daí vêm as terríveis dores de cabeça da ressaca.

Então sei que, na hora, a gente nem pensa nisso, mas quando forem beber, bebam de meia em meia hora um copo d'água, porque na medida que você mija, já repõe a água.

Texto retirado de "O bar do Zé" e enviado por email pela minha irmã querida Samanta.

A escolha desta semana teve um cunho, digamos, mais histórico e representativo do que por gosto musical. Não que os alemães do Scorpions não mandem bem, pelo contrário! Se você observar, metade das coletâneas Love Metal da Som Livre são compostas por músicas deles. Clássicos do Heavy Metal romântico como Still Loving You, Moment Of Glory, Send Me An Angel e a preferida da minha patroa Rock You Like A Hurricane.

Wind Of Change é mais que uma simples canção: É um hino de libertação do povo germano. Usando nosso DeLorean voltamos ao final da década de 80. Mais precisamente em 1989, quando caiu o muro de Berlim, erguido para separar a Alemanha Ocidental da Oriental. Fruto da Guerra Fria pós 2ª Guerra Mundial. A nação Alemã era novamente soberana, porém ainda não unida por um sentimento de Pátria. Seu povo ainda pagava o ônus da vergonha de seu passado de intolerância, opressão e guerra.

Eis que surge a poesia de Klaus Meine (vocalista) que conclamava seus compatriotas a sobrepujarem os pecados de seus antecessores e construírem um novo país, moldados a partir de novos preceitos morais. Poucas vezes podemos ver a arte interferir diretamente no andamento da história. Wind Of Change pode ter sido apenas uma brisa para os ventos da mudança que varreram a Alemanha, mas a letra refletiu o sentimento de uma nação que pagou seus pecados, se redimiu, se reconstruiu e atualmente figura no ranking das superpotências européias.


Alguém achou esse post meio político demais??? Desculpa! Saiu...

Olááá meus caros coleguinhas, cá estou eu de volta para o meu aconchego cheeeeia de TPM pra dividir com vocês. Maaas..o que quer dizer TPM? todos nós sabemos (ou deveriamos saber) que após muitos estudos realizados TPM significa "TENSÃO PRÉ-MENSTRUAL", termo que ja virou motivo de chacota pela maioria dos homens e até mesmo por muitas mulheres, mas quero deixar claro que realmente é algo que deve ser levado em consideração, não é frescura, embora muitas mulheres se aproveitam deste período para chingar, brigar, bater, falar o que bem querem, mas esse não é o meu caso e nem o assunto que quero esclarecer neste singelo post de quinta, quero dizer da frustação que o corpo enfrenta todo mês. O corpo da mulher se prepara para receber uma linda criançinha e isso na maioria das vezes é interronpido causando uma grande frustação hormonal no corpo e mente das mulheres. Os sintomas mais comuns são: irritação, carencia (no meu caso!), tristeza profunda (choramos vendo um comercial de TV), auto-estima baixa, cansaço, desanimo enfim, váááriouss são os sintômas causados pela tão famosa TPM. E fica uma dica para os namorados e maridos que não entendem este estado, cuidem das mulheres que vocês tem ao lado, pois toda mulher tem TPM, se vocês não quiserem bajular, dar carinho e atenção nesses dias procurem um homem pra viver com vocês.

Olá amiguinhos, tranqüilo? Espero que sim, porque eu estou com aquela deliciosa ressaca pós baile do chopp. O Rock de Domingo desta semana, como vocês podem perceber está saindo excepcionalmente na Segunda por motivos de fuso-horário. Mas é feriado, então quem se importa?!

Pela primeira vez escrevo sobre uma banda que eu desconhecia totalmente. Gravei um CD de coletâneas de rock das antigas para minha amada @alitacontato. Muito Creedence, Roxette, Scorpions, Europe, Asia, Journey, Dire Straits, Kansas enfim, o bagulho era fino. Entre um novo clássico e outro, eu e a patroa ficamos fascinados por uma música que eu julguei ser Sex Pistols. Ok eu admito que não tem nada a ver, estava meio possuído pelo Santo Cachaceiro.

Googlando a letra descobri que a pérola pertencia ao Twisted Sister. A única vez que ouvi falar desta banda foi no Nerdcast de Rock. Só o que sabia, é que “se vestiam como travestis aggressive”, nas palavras do próprio Azaghal. Mas foi assistindo o clipe de We’re Not Gonna Take It que eu percebi que, como quase tudo dos áureos anos 80, os caras são tão toscos que dão a volta e se tornam foda pra caralho.

É impressionante como um bando de malucos maquiados como tias velhas, podem parecer muito machos, se valendo do poder do rock ‘n roll e letras fortes de desafio à autoridade. Twisted Sister é para mim, infelizmente, a prova de que só vou descobrir algo bom na música vasculhando o passado. Não se fazem mais roqueiros como antigamente... =/

Aqui o link da Wiki se você quiser saber sobre a história das Irmãs remexidas, chega de blá blá blá. Assistam o clipe:

Sou o mais novo fã de Twisted Sister. Agradeço aos deuses do Rock por ainda me surpreender!



Em conversa com o meu digníssimo namorido @RDorino entramos em um assunto que quase ninguém comenta (pelo menos comigo!) "O TAMANHO DA CAVIDADE VAGINAL". Venhamos e convenhamos que este não seria um assunto tãããão legal assim pra conversar entre namorados ou até mesmo entre amigos numa rodinha de cerveja, mannnnnsss como nós não somos nenhum pouco normais resolvemos resolvi abordar este tema neste tãããooo estimaaaado brog.

Em pesquisa pelas internetia da vida descobri (já sabia!) que a cavidade vaginal de uma mulher adulta tem um comprimento de 9 cm a 12 cm, agora...em sã consciência eu lhe pergunto: como pode um pinto "objeto" de 17cm, 18cm, 19cm, 20cm, 30cm, 40cm, um cavalo, um jégue ahhhhhhhhhhhh....e tantos objetos não identificados, entrar e sair com tanta facilidade nem sempre deste pequeno buraquinho? meus amigos e minhas amigas aqui esta a resposta, "O terço inferior da vagina é rodeado de músculos que controlam o seu diâmetro, enquanto os dois terços superiores se unem por cima destes músculos e podem distender-se com facilidade", Uouuuuu..."você não sabe como é bom aqui dentro" já diziam os poétas da banda "Velhas Virgens"! Então meus queridos leitores e leitoras, agora que vocês homens já conheceram um pouquinho mais do orgão sexual feminino porque então não param de tocar punheta e vão em busca da "Cavidade Sagrada"?

Uma opinião bem particular para as meninas que me lêem agora é que se conheçam, se toquem, conheça o seu corpo como ninguém, porque só conhecendo muito bem o seu instrumento "de trabalho" é que você vai ter autonomia pra dizer ao seu parceiro ou parceira o que te faz gozar e onde você quer ser tocada ou até mesmo penetrada!

OBS: Na foto mostra até onde fica o ponto G, alguém aí ja achou algum??

Depois de quatro domingos em estado de hibernação, o Rock de Domingo retorna suas atividades neste famigerado sétimo dia da semana. Com uma escolha que se pode dizer até que óbvia, pois quem não curte um Guns??? Slash, Axl e sua patota conseguem ser carne-de-vaca: conhecidos por toda massa muda AND ao mesmo tempo, venerados por undergrounds e headbangers da vida.

Apesar de fã, incondicional e declarado neste blog, do NIRVANA e do IRON MAIDEM reconheço que os caras do Guns N' Roses tinham tudo nas mãos para ser a maior banda de todos os tempos até hoje em toda minha vida!!! Mas preferências pessoais a parte, lhes afirmo que eles se perderam no caminho.

Um conflito de gênios pode-se dizer: Axl Roses, um dos melhores vocalistas de todos os tempos ao lado de Slash, um dos melhores guitarristas de todos os tempos (ênfase no termo melhor para o Slash) em performances de letras e arranjos nunca antes vislumbrados. Seria perfeito se não fossem os egos em questão (ênfase no termo ego para Axl). Axl se achou o dono da banda, mandando e desmandando, demitindo integrantes á seu bel-prazer. O que resultou na revolta de Slash e conseqüentemente seu pedido de demissão.
A história da banda você cara leitor pode encontrar em qualquer WikiPedia da vida, mas a questão é a seguinte: Guns N’ Roses não é mais o que era sem Slash, não é o que era apenas com Axl, não seria o que era sem Axl e Slash não é grande coisa fora do Guns. Isto meus amigos se chama paradoxo! O Guns foi uma estrela cadente que brilhou muito forte e chegou a cegar muita gente... Mas acabou por se consumir em seu próprio brilho.
O que nos resta é aproveitar os clássicos que povoaram nossa adolescência nos anos 90, a maioria vinda dos álbuns Use Your Illusion:

Queridos e queridas, em primeiro lugar gostaria de não ficar solteira por causa deste post, por isso lembro @RDorino que tudo é para o bem do nosso blog, em segundo lugar gostaria de expor algumas das inúmeras conversas que já tive com mulheres de todas as idades sobre o respectivo assunto e que tirei algumas conclusões a respeito do tema.


O tão temido TAMANHO DO PÊNIS.

Ao longo dos meus 23 (quase 24) aninhos de vida, percebi que quando o assunto é o tamanho do dito cujo a mulherada já se assanha toda e uma quer falar mais do que a outra, eis que reparei que mulheres quais os respectivos maridos ou namorados não são tão avantajados nunca se animavam tanto pra conversa, o comentário que me fez chegar a conclusão de que mulheres casadas com homens menos avantajados foi que: “Ai Alita, o tamanho não importa, o importante é saber fazer”. Nãnãnãnãnãninãnão...senhoras e senhores do meu Brasil, a resposta para isso definitivamente é NÃO. TAMANHO IMPORTA SIM, e muito! eu concluí que as mulheres que falavam tentavam frustradamente dizer que elas não se importavam com isso, mas no fundo eu sei muito bem a falta que alguns "centímetros" faziam na vida destas pobres moças/senhoras.


Por isso resolvi pesquisar e achei algumas coisas interessantes sobre o assunto e que talvez possam esclarecer algumas coisas na vida de quem tem algum tipo de dúvida se o seu é GG, G, M, P ou PP. Lembrando que pior do que ele ser PP é ser GG, neste caso vá ganhar dinheiro com a indústria pornô meu amigo, somente aquelas vacas profissionais do sexo poderão te agüentar!


Muitos homens, embora com pênis de tamanho normal, o acham pequeno por várias razões:


O pênis dos outros é maior: Essa situação é muito comum e na maioria das vezes sem fundamento médico. Esses pacientes reclamam do comprimento do órgão mesmo com ereção e penetração vaginal normais.

Pacientes obesos reclamam ter pênis curto: Essa situação é devida ao embutimento do pênis em meio à gordura sobre o púbis o que dá a impressão de um órgão pequeno.

Estatura alta e pênis não proporcional: Embora haja certa relação da estatura do paciente com o tamanho do seu pênis, existe uma ampla variação de comprimento encontrada. Homens de baixa estatura podem ter pênis maiores que homens de alta estatura e vice-versa.

Flacidez peniana e ereção:Os pacientes geralmente se preocupam com o tamanho do pênis em flacidez que é geralmente o momento de comparação com o de outros homens. Muitos não sabem o comprimento em ereção ou qual foi o crescimento adicional. O que muitos se esquecem é que o tamanho deve ser acompanhado de uma ereção efetiva que garanta uma penetração vaginal.


O que é um pênis normal?
Deixando de lado os aspectos anatômicos de normalidade, um pênis flácido mede de 5 cm a 10 cm de comprimento. O tamanho durante a flacidez não determina o tamanho durante a ereção. A medida é feita desde o ponto em que ele se encontra com o corpo (não com a pele) até a extremidade da glande. Se aplicarmos tração manual, o pênis ganhará de 2 a 5 cm. Masters e Johnson (1966) verificaram que o pênis em ereção mede de 12,5 cm a 17,5 cm. Um recém-nascido apresenta um comprimento médio de 3,75 cm.

O que é um pênis anormal?
Não há uma definição universalmente aceita. Um pênis flácido menor que 4cm ou um ereto com menos de 7,5 cm devem ser considerados pequenos. Entretanto, encontramos pacientes que se aproximam desses valores mas com boa ereção e sem queixas no seu relacionamento sexual.

Quais as causas de pênis pequeno?
Causas hormonais por desordem de funcionamento dos testículos ou da hipófise podem interferir no desenvolvimento do pênis bem como de toda a genitália masculina. Dentro destes casos encontra-se desde o micro-pênis até a genitália ambígua. O pênis pode ficar pequeno em conseqüência de traumatismos, queimaduras ou doenças adquiridas (doença de Peyronie). Geralmente essas causas são raras. O mais freqüente é que o paciente não esteja satisfeito com o tamanho do seu pênis mesmo que o médico nada encontre de anormal.

Tratamento
O paciente deve ser examinado detalhadamente, incluindo volume e presença dos testículos, presença e localização de pêlos pubianos e outros caracteres sexuais secundários. Se o pênis for considerado de tamanho normal pelo médico, o paciente necessitará de uma avaliação por um sexólogo, psicólogo ou psiquiatra a fim de pesquisar a verdadeira razão de sua queixa. Se o pênis for considerado pequeno e forem detectadas alterações hormonais, uma reposição com testosterona está indicada.

Tratamentos não cirúrgicos como aparelhos à vácuo, aparelhos de tração mecânica, aparelhos de estimulação eletromagnética, pesos, não dão resposta satisfatória permanente. O tratamento cirúrgico envolve secção dos ligamentos suspensores do pênis, injeção de gordura no corpo do pênis (aumento do diâmetro) ou uso de retalhos cutâneos das coxas ou nádegas. Esses tratamentos não são isentos de complicações e algumas delas podem ser graves, tais como necrose dos retalhos, reabsorção de gordura, insatisfação do paciente. Além disso, os resultados desses tratamentos são pouco conhecidos na literatura médica.

Conclusão
Infelizmente, muitos profissionais pouco éticos se aproveitam da ansiedade e dúvidas dos pacientes, indicando, sem nenhum critério, tratamentos que mais visam onerar o paciente do que realmente uma orientação científica. Os pacientes com dúvidas sobre o tamanho do seu pênis devem procurar profissional qualificado, o qual avaliará a situação, podendo ser necessária uma opinião multidisciplinar com sexólogo ou psiquiatra.
E ai vai uma dica pra você que é todo malhadão, fica tomando suplementos alimentares, come menos que sua namorada, e nao toma cerveja porque morre de medo de ter uma barriguinha de chopp, meu amigo, repense sobre suas atitudes, acho que você esta querendo compensar algo não ta não??

Domingão, calor do Centro-Oste, Brahma na mão, cá estou para o terceiro episódio do nosso Rock de Domingo! Hoje apelei para os avos do Rock: Jimmy Page (guitarra), Robert Plant (vocalista e gaita), John Bonham (bateria e percussão) e John Paul Jones (baixo e teclado); pela união dos seus poderes eles são o Led Zeppelin.

Sim amigos, aquela banda, da terra da rainha, formada em Setembro de 1968. Teve seu auge na década de 70, tinha músicas enooormes e shows, por sua vez, maiooores ainda. As letras críticas e filosóficas, os solos sofisticados e demorados, somados e toda a psicodelia que eram a marca da banda e do rock progressivo que surgia. Cada filho de Deus que hoje pode ouvir sua banda de hard rock/ heavy metal preferida deve ao menos um mísero obrigado ao Led!

Deixo vocês com o datadíssimo clip de Stairway To Heaven:

A melodia deste Dia do Sol é um tanto quando romântica, mas sem perder o espírito do bom e velho Heavy Metal. E bota bom e velho Heavy metal nisso, pois estamos falando dos imortais maquiados do KISS. Gene Simmons (baixo), Paul Stanley (vocal), Tommy Thayer (guitarra) e Eric Singer (bateria) não são apenas sacerdotes do rock, mas também revolucionários do meio.

Além de claro ajudarem a escrever a bíblia do Heavy Metal, os maquiados transformaram o "rock star way of life" em algo grandioso e muuuito lucrativo. Genne Simmons transformou a banda em uma marca e seus personagens em seus principais canais de propaganda. É possível encontrar todo tipo de quinquilharia com a marca Kiss. Se você hoje pode sair na rua usando a camiseta de sua banda favorita, com certeza deve isso ao Kiss e ao Che Guevara.

Para seu deleite Kiss - Forever:

Especialmente para @AlitaSamara que gostava de Kiss e nem sabia...

Há muito tempo, depilar rigorosamente a virilha deixou de ser apenas uma questão de estética ou higiene por parte de mulheres que vestem maiôs e biquínis cavados. Caprichar no que se tornou uma verdadeira produção visual dos pêlos pubianos virou a realização dos pedidos de maridos e namorados cheios de fantasias sexuais ou não, pois o simples fato de estar depiladinha jé melhora em (ao meu ver) 80% do ato sexual . De uma maneira geral, as brasileiras não gostam muito de pêlos. Preferem depilação cavada ou, em muitos casos, completa, estilo "menininha", (que particularmente eu nao gosto). Mas, hoje em dia, existe de tudo... A parte íntima da mulherada ganha formas inusitadas, como frutas, coração, lua. Uma verdadeira arte em depilação que os parceiros incentivam e adoram!
E isso acontece mesmo! As depiladoras utilizam moldes descartáveis (tipo stencil) e depilam ao redor. Em alguns casos pode-se também "completar" as regiões que não têm pêlos com henna temporária. Dessa forma é possível destacar mais os desenhos solicitados e também corrigir falhas. A depilação íntima nas mulheres têm, inclusive, vocabulário próprio. Veja só:


- virilha cavada ou biquíni - refere-se à retirada dos pêlos em volta do biquíni.

- depilação completa - refere-se à virilha toda, região pubiana e bubum.
 
- bigodinho de Hitler - refere-se a retirada total da região do bubum e deixando na frente apenas uma moitinha de pelos curtos.

Entre outros apelidos que são um tanto quanto irreverentes e apesar a dor vale muito a pena, oooooo se vale!!


E aí, qual você prefere??
Tipos de depilaçao!

É nobres leitores! Domingão, ressaca na cabeça, aquele gosto de meia usada na boca, mas já com aquela Brahma gelada na mão para sobreviver a isso. Nada melhor para começar bem a semana que uma boa dica de música... Seja um clássico das antigas ou um novo sucesso, como a dica de hoje.

Começamos esta tag com "A MAIOR BANDA INDEPENDENTE DO BRASIL, PORRAAA!!!". Os bêbados e pervertidos do Velhas Virgens surpreenderam o mainstreaming ano passado com o álbum Ninguém Beija Como as Lésbicas, que na minha opinião é o melhor disco do grupo. Conta com clássicos-nati-feitos como O Amor é Outra Coisa, Eu Bebo Pra Esquecer e Essa Mulher Só Quer Viver Na Balada que elevaram o patamar da banda de apenas underground para aceita pela mídia em geral, mas sem perder a sua essência.

Nas palavras do próprio Paulão: "A gente toca o Rock'n Roll mesmo, é tudo fora de moda eu sei rock, putaria... Vão se fuder vocês da imprensa que não gostam de Rock'n Roll! Por isso nós temos que botar pra fuder mesmo, porque meu pau é maior que o deles!" Será que eu ouvi um Amém?

No clip abaixo você curte a nova formação na verdade sempre só muda a vocalista declamando a poesia A Última Partida de Bilhar:

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