Você sabe a diferença entre TU e VOCÊ???
O Presidente de um Banco estava preocupado com um jovem e brilhante diretor que, depois de ter trabalhado durante algum tempo com ele, sem parar nem para almoçar, começou a ausentar-se ao meio-dia. Então o Presidente chamou um detetive e disse-lhe:
- Siga o Diretor Lopes por uma semana durante o horário do almoço.
O detetive, após cumprir o que havia lhe sido pedido, voltou e informou:
- O Diretor Lopes sai normalmente ao meio-dia, pega o seu carro, vai à sua casa almoçar, faz amor com a sua mulher, fuma um dos seus excelentes charutos cubanos e regressa ao trabalho.
Responde o Presidente:
- Ah, bom, antes assim. Não há nada de mal nisso.
Logo em seguida o detetive pergunta:
- Desculpe. Posso tratá-lo por tu?
- Sim, claro! - respondeu o Presidente surpreendido!
- Bom, então vou repetir - falou o detetive
- O diretor Lopes sai normalmente ao meio-dia, pega o teu carro, vai à tua casa almoçar, faz amor com a tua mulher, fuma um dos teus excelentes charutos cubanos e regressa ao trabalho... Entendeu agora?
A Língua Portuguesa é mesmo fascinante!!!!!
Enquanto isso...
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Os Culpados
O Oscar está mudando. Há anos a premiação não apresentava nenhuma novidade, mas deixava evidente que o lance já não era mais o épico, mas sim ser bom realmente e isso aconteceu em 2009, quando um tal de Danny Boyle venceu por "Quem quer ser um milionário". Juro que nunca tinha prestado atenção nele, até que a história do indiano que participcaiu do show do milhão dos sete véus caiu nas graças do público. Aí que eu vi que realmente é possível contar uma história já batida, de maneira original. Agora em 2011, o cara volta à tona com um filme atípico, apoiado na edição (e que não poupa o expectador) contando novamente uma história deveras conhecida, mas com uma ótica extremamente autêntica, o que falta hoje em dia no cinema, e sem parecer forçado. Algo cansativo, torna-se uma experiência memorável nas mãos de Boyle. #fato
127 Horas é o último dos indicados ao Oscar de Melhor Filme que faltava estrear no país e conta a história real do famoso alpinista Aron Ralston (adaptada do livro “Between a Rock and a Hard Place”), que tem que salvar a própria vida após ficar preso por um pedregulho cai que e esmaga o seu braço, num cânion isolado no Parque Nacional de Utah. Nos cinco dias seguintes, Ralston tem que ganhar coragem para sobreviver com os meios disponíveis, ao mesmo tempo em que é visitado pelas lembranças de amigos e familiares.
Porra, como eu gosto de filmes que nos fazem pensar e admito que 127 horas me deixou arrepiado. Acompanhar os devaneios por demais dolorosos de Aron no filme foi uma experiência interessante e mais que isso foi ver que nossos próprios problemas que pensamos ser tão complicados não chegam nem perdo de como o dele foi. Passamos nossas vidas pensando no que poderiamos ter feito diferente e lamentando nossa luta na rotina chata de ir a escola, acordar cedo, trabalhar, e etc, mas sem pensar que caralhos podem acontecer de uma hora pra outra e que transformariam esses pequenos problemas em absolutamente nada, ao nos deparamos com uma situação-limite como foi a do alpinista.
Talvez o maior defeito do ser humano seja viver a vida sem afirmar os detalhes dela a todo custo e lamentar o que se fez de errado no passado quando é tarde demais. Aron lamentou não ter atendido o telefone quando sua mãe ligou, pensou sobre algum dos erros que cometeu quando já não tinha mais esperanças de ser resgatado e viu a importância das pequenas coisas que passam desapercebidas no dia a dia. Você, leitor, por algum instante já parou pra pensar que talvez, o momento que está passando agora, possa ser o último? Que o destino talvez não te dê mais uma chance de viver novamente um momento que passou? Que viver a vida a todo custo não seja uma tarefa tão árdua assim e que essa talvez seja a sua última chance consertar erros passados e reviver momentos, antes que seja tarde demais? Todos nós passamos grande parte de nossas vidas pensando no "Se..."... E "Se" ele não tivesse esquecido o canivete... e "Se" ele tivesse avisado onde ia... e "Se" ele tivesse dito que amava as pessoas ao seu redor...
Todos temos pedras no nosso caminho e pro cara foi muito mais difícil superar seu obstáculo. Quem de nós teria coragem de fazer o que ele fez? Em 127 horas, Danny Boyle contou a história de um homem só, que teve seu instinto de sobrevicência levado às últimas consequências quando, para se livrar da enrascada em que se meteu, teve que cortar o próprio braço. “Náufrago” e “Enterrado Vivo" já contaram histórias parecidas, e a primeira vista a imagem que temos é de um filme não tão original assim, mas o ritmo acelerado e emocionante que o diretor utilizou fez toda a diferença e deixa o espectador o tempo todo agarrado à tela. Sério, diferentemente dos dois que mencionei ali em cima a montagem de 127 Horas é muito dinâmica, enquanto os flashbacks apresentam um pouco do personagem a fotografia é arrebatadora e cumpre sua função de mostrar um ambiente claustrifóbico e as alucinações vividas pelo personagem, com muita energia num tom leve e fugaz externando uma série de emoções, sem nunca deixar de convencer o público de que realmente o cara está passando por um perrengue daquelas. As tomadas de dentro da garrafa pra termos uma noção de que a água está acabando e a estética publicitária na hora em que ele está com sede e lembra do Gatorade que esqueceu no carro também deram um tom assaz diferente na película.
Histórias de sobreviventes já eram blockbusters ou bestsellers e continuam presentes, mas tudo vai da maneira que as contam e Danny Boyle conseguiu fazer com que 127 horas não seja apenas mais um filme de superação com imagens e frases de efeito ou "aquele filme em que o cara corta o braço" mas sim uma obra soberba com intensidade que vai prender o espectador do início ao fim. É maravilhoso.
Particularmente falando, não sou um fã dos filmes de faroeste, mas tenho uma certa simpatia que nem eu entendo por eles... aliás, entendo sim. Cresci vendo meu pai, os irmãos dele e o meu avô (que são fãs incondicionais do gênero) assistindo John Wayne, Claudia Cardinale, Sergio Leone, Clint Eastwood, Buck Jones, Bill Elliot, Tim McCoy, Robert Redford, entre outros, em histórias cheias de marra, quando os EUA era jovem e seu velho oeste ainda era selvagem e admito que os anti-heróis dali me fascinavam. Certa vez, li uma frase que dizia: "O oeste, qualquer país tem, mas um como os EUA, nenhum jamais terá" e para o cinema, realmente "Velho Oeste" foi uma poderosa invenção que trouxe obras inesquecíveis e que nos fizeram enxergar a epopéia de seus heróis como os homens que realmente foram. Infelizmente, o passar do tempo e o fenômeno de androgenização da juventude estão fazendo essas histórias cheias de idiosincrasias e que marcaram uma geração simplesmente se perderem.
Agora, em 2011, três anos depois do lançamento do totalmente excelente "Onde os fracos não têm vez" (No Contry for old man), os irmãos Coen trazem à tona, mais um filme do gênero que acaba sendo seu porto seguro, o remake de mesmo nome do clássico protagonizado por John Wayne em 1969, "Bravura Indômita". Nele, conhecemos a jovem garota determinada a fazer justiça Mattie Ross (Hailee Steinfeld) quando chega a Fort Smith, Arkansas, em busca do covarde Tom Chaney (Josh Brolin) que teria matado seu pai por duas barras de ouro antes de se embrenhar por território indígena.
Para conseguir perseguir Chaney e o ver enforcado, Mattie procura a ajuda de um homem conhecido como o mais cruel xerife da cidade - o impulsivo e beberrão Rooster Cogburn (Jeff Bridges), que, depois de muitas objeções, concorda em acompanhá-la. Mas o bandido já é alvo do policial texano LaBoeuf (Matt Damon), que quer pegar o assassino e o levar ao Texas por uma boa recompensa.Cada um com sua teimosia e impulsionados por seus próprios código morais, esse improvável trio toma um rumo imprevisível quando se vê envolvido com mal e brutalidade, coragem e desilusão, obstinação e amor genuíno.
Pena que não existem mais heróis como antigamente, não acham? Coragem, teimosia, motivação e espírito heróico é o que falta no cinema hoje em dia. Uma das conjecturas do filme que, pelo menos pra mim, ficou latente é a diferênca visível entre os mocinhos de hoje em dia e os Heróis de verdade, propriamente ditos. Em Bravura Indômita, esta experimentação reside mesmo na necessidade da sutileza, do classicismo pelo “velho”. Cogburn é um homem da lei, mas que age fora dos padrões estabelecidos por ela sendo um agente controverso e beberrão mas que deixa visível que coragem uma de suas virtudes e nos mostra que heróis podem sim ser pessoas que buscam o caminho dos excessos. Os mocinhos de hoje em dia, em todos seus conflitos pessoais e busca pela perfeição, se tornam tão monótonos e chatos quanto olhar a tabela nutricional de uma garrafa de água. #Fato
Como característica dos Irmãos Coen, eles conseguiram preencher o filme com excelentes diálogos. Mas isso por muitas vezes se arrasta, dando a impressão que a história não estava indo à lugar algum. Demora muito para tudo se encontrar e as cenas mais esperadas acontecem de forma simples, sem a emoção, a preparação e a trilha sonora que cresce junto com a emoção que acompanha o àpice do filme.
Um dos grandes desafios de fazer um longa baseado em uma obra já filmada, é que sempre irão aparecer as comparações, mas aqui não tenho como comparar o filme completo com o pouco material que há no youtube do classido de 1969, mas admito que Jeff Bridges está no seu auge (e em sua zona de conforto, interpretando um beberrão), pena que ele sozinho não salva o filme. O talento da Hailee Steinfeld não deu sorte aqui, sendo a menina de lingua afiada e personalidade forte. Impressiona, mas não cativa. O filme teve dez indicações ao oscar e não rejeita a essência dos clássicos do western, mas isso não foi o suficiente. É diferente dos outros indicados que são beeeem mais inovadores. "Bravura indômita" é somente correto. Vai concerteza levar o prêmio por melhor fotografia... o restante atende a expectativa, mas não trás nada de impressionante, exceto a atuação de Bridges.
A dimensão dramática e emocional mesmo vem apenas no final, só que não traz nada de novo ou surpreendente se olharmos todo o conjunto da obra. Cogburn carregando Mattie durante toda a noite, na tentativa de salvá-la fecha com chave de ouro a excelente interpretalção de Bridges e deixa saliente a perseverança e a fé inabalável estampada no rosto do nosso herói e o espírito que motivou o caminho dramático dos personagens. John Wayne recebeu o único oscar de sua carreira por Bravura Indômita e é de se espantar que ele tenha o feito apenas uma vez. Jeff Bridges correspondeu à altura o talendo de Wayne, e eu torço do fundo do coração para que ele ganhe... em vão, pois ao que tudo indica 2011 se tornará mais uma vez um ano em que um protagonista politicamente ganhará, e ponto.
Um filme perdido dentro de si, numa espécie de labirinto pós-moderno de sentimentos, felicidades, medos e sexo. Essa é a minha definição da totalmente não ortodoxa e, mais do que b-r-i-l-h-a-n-t-e comédia romântica "Amor e Outras Drogas".
Contradição? É, pode ser, mas calminha aí que eu explico.
O formato das comédias românticas é muito engessado e talvez seja por isso que não gosto delas. O apelo ao drama que muitas fazem na tentativa de fazer você chorar são artimanhas mais do que ultrapassadas hoje em dia, o que as vezes da a impressão que em determinados filmes as produtoras colocam em cheque a inteligência do público alvo, que está cada vez mais exigente e querendo ser surpreendido. Para que uma história realmente consiga comover, não basta só carinhas bonitas que pros espectadores pareçam artificiais (e são) sem que haja a construção dos personagens e nesse ponto o "Amor e Outras Drogas" acertou em cheio, mas exageraram nos elementos em torno da trama de Maggie e Jamie, o que por muitas vezes, deixou perdido o que realmente importava na história. O problema não está na fórmula, mas sim que colocaram coisas demais no filme.
Aqui, Jake Gyllenhaal (O Segredo De Brockback Mountain) é Jamie Randall, um sedutor incorrigível do tipo que perde a conta do número de mulheres com quem já transou. Após ser demitido do cargo de vendedor em uma loja de eletrodomésticos, por ter seduzido uma das funcionárias, ele passa a trabalhar num grande laboratório da indústria farmacêutica. Como representante comercial, sua função é abordar médicos e convencê-los a prescrever os produtos da empresa para os pacientes. Em uma dessas visitas, ele conhece Maggie Murdock (Anne Hathaway), uma jovem de 26 anos que sofre de mal de Parkinson. Inicialmente, Jamie fica atraído pela beleza física e por ter sido dispensado por ela (tipico pra nós homens), mas aos poucos descobre que existe algo mais forte. Maggie, por sua vez, também sente o mesmo, mas não quer levar adiante por causa de sua doença.
Como mencionei antes, o legal mesmo foi acompanhar como o Jamie passou a entender muito mais sobre si mesmo enquanto descobrimos aos poucos o por que de tamanha aversão por parte da moça ao conceito de romance. Quem disser que não se identificou com nenhum momento do filme está sendo um babaca propositalmente. Sentem o cheiro da polêmica e da discussão calorosa do filme? Vivemos nossas vidas numa permanente "ousadia calculada", que Maggie fez questão de deixar de lado pelo medo de se apaixonar e ser abandonada. Que atire a primeira pedra quem nunca pensou assim ao menos uma vez tentando suprimir a vontade de estar com alguém ou, que se arrependeu por algum momento de deixar de viver uma situação seja ela de amor pleno, ódio, indiferença e porra, talvez a própria vida afinal, por medo. No decorrer da película vemos isso latente em ambos os lados, seja pela parte de Jamie o gélido "don juan" que demora pra se resignar e que não quer compromisso, mas que em dado momento chora, ouve conselhos, briga, e por fim, não resiste em se apaixonar (a cena em que ele quase passa mal pra conseguir dizer que ama ela é assaz)... ou por parte da Maggie, que sabe como ninguém que a chatice tira toda a graça da mulher, se tornando assim o tipo que todo homem procura, mas ignora qualquer ligação estável com alguém por medo, vivendo uma espécia de manual perspicaz próprio em busca apenas de gratificação imediata (aqui tratada pelo sexo casual e sem compromisso), mas sem deixar de lado a vaidade e o cuidado com a beleza, características femininas por excelência. Voilá, uma comédia romântica FODA!
As cenas de sexo fazem muito sentido, até por que foi o sexo que fez com que eles se apaixonassem um pelo outro, com uma importantíssima diferença: as cenas de nudez da maravilhosa Anne Hathaway estão muito naturais e não são tratadas como algo reprimido ou algo forçado que provoque incomodo. Ela está solta e isso deixa mais ainda visível a quimica entre ela e Jake Gyllenhaal (pra quem não se lembra, eles eram casados em O Segredo de Brokeback Mountain). As melhores cenas pra mim, são as em preto e branco em que temos a visão dos protagonistas, enquanto se declaram. Com tudo isso, é de de esperar que o destaque óbvio no elenco seja de Anne Hathaway e se esse ano não ouvesse uma competição tão acirrada, seria de se esperar que ela recebesse uma nova indicação ao Oscar de melhor atriz.
Na adaptação do livro Hard Sell: The Evolution of a Viagra Salesman“, escrito por Jamie Reidy, o diretor Edward Zwick vai a fundo na relação existente entre os médicos e seus pacientes mostrando a indústria farmacêutica em 1996/1997 de forma nua e crua, além das pessoas com Parkinson e isso é um atrativo e tanto, mas eu acredito que seria mais interessante se isso tivesse sido feito em um filme à parte, pois há certos desfechos que, por muitas vezes, dão sensação que estamos vendo dois filmes: um com uma história de duas pessoas que se apaixonam, e outro sobre o mundo dos remédios. Foi aí que ele pecou. O excesso de referências à decada de 90 também foi um vacilo, mas não tão grande.
"O Amor e outras drogas" é um filme muito bom e certamente vai agradar, mas mais do que isso, vai cativar e fazer pensar todos que assistirem (sem excessões) sejam eles homens que por um motivo ou outro se tornam moderadamente ou exageradamente sem culhões com os tombos que a vida dá, e acreditam que é muito mais fácil ir à cabarés apenas pra se roçar nas quengas do que realmente se entregar à uma pequena, ou as mulheres que se acham auto-suficientes, super bem resolvidas, mas no fundo são e chatas pra cacete e que se realmente fossem espertas, saberiam que toda mulher deveria ser um pouquinho Maggie Murdock.
- Todas reclamaram que a primeira dói. Uma parte para por ali mesmo, outras tentam mais uma e desistem de vez, algumas pegam gosto e técnica.
- Atenção: TODAS disseram que o homem tem que saber o que está fazendo. As novatas pedem carinho, as experientes pedem para colocar tudo de uma vez e todas pedem para estimular bem.
- As que fizeram e continuam dizem ser mais gostoso que sexo comum. E mais, elas que gostam de controlar o movimento.
- As que tem interesse em fazer não sabem como chegar para o parceiro e pedir “come meu cu”. Meninos, ajudem! Se a mocinha empina a bundinha, ou movimenta o seu pênis em direção ao buraco de trás ENTENDAM o que isso significa.
- Mulheres que não curtem, mas fazem, acreditam que sexo anal é um prêmio e o cara precisa se esforçar muito para ganhar.
- Alise a região, passe os dedos, comece a penetração com os dedos para acostumar e relaxar a musculatura.
- Colocar o dedo, esperar o músculo contrair, mexer o dedo, contrair, mexer mais um pouco, contrair. O local vai relaxando se você fizer isso.
- Travesseiro na barriga ajuda a relaxar a musculatura também, ficar de bruços é a preferência da mulherada. Dá pra ir controlando, subindo e descendo.
- Sem brutalidade. Por ser uma região sensível pode sangrar, vão com calma nos movimentos. Se sangrar a gata desiste de continuar fazendo.
- Tem um spray chamado Ampary’s que faz milagre. Go, farmácia, go
- Faça sexo normalmente e aproveite para estimular a região, quando mais “mole” ela estiver, mais fácil fica.
- Deixe que ela controle a entrada, mas se algumas mulheres preferem que vá de uma vez. Converse antes para ver o que ela prefere.
- Alimentos leves e chuca garantem diversão sem sujeira. Já ouvi papos de laxante, mas não apelem, pode fazer mal para a saúde ficar se entupidindo de laxante e ainda é capaz de dar um piriri na hora do vamos ver.
As pessoas se fantasiavam, decoravam seus carros e, em grupos, desfilavam pelas ruas das cidades. Está ai a origem dos carros alegóricos, típicos das escolas de samba atuais. No século XX, o carnaval foi crescendo e tornando-se cada vez mais uma festa popular. Esse crescimento ocorreu com a ajuda das marchinhas carnavalescas (“bota camisinha, bota meu amor, que hoje tá chovendo, não vai fazer calor”; ou “ se você pensa que cachaça é água, cachaça não é água não, cachaça vem do alambique, e água vem do ribeirão...”) e assim por diante essas músicas iam deixando os carnavais cada vez mais animados. A primeira escola de samba surgiu no Rio de Janeiro e chamava-se Deixa Falar. Foi criada pelo sambista carioca chamado Ismael Silva. Anos mais tarde a Deixa Falar transformou-se na escola de samba Estácio de Sá. A partir dai o carnaval de rua começa a ganhar um novo formato. Começam a surgir novas escolas de samba no Rio de Janeiro e em São Paulo. Organizadas em Ligas de Escolas de Samba, começam os primeiros campeonatos para verificar qual escola de samba era mais bonita e animada, daí pra frente meu amigo, é igual mulher quando quer dar, ninguém segura! É água morro abaixo, fogo morro acima e ripa na xulipa. Não querendo me fazer de puritana ou dizer que eu não gosto dessa festa, muito pelo contrário, mas já pararam pra observar quantas crianças nascem nos meses de outubro e novembro? (eu sou uma delas!) já pararam pra para observar quantas adolecentes ficam grávidas nessas farras e geram crianças indesejadas e desprogramadas? já pararam pra ver os milhares de acidentes no trânsito que acontecem nesta época? Gente, carnaval é uma delícia, então, vamos curtir com muita responsabilidade ok meus taradinhos e taradinhas!! Lembrando que este ano o carnaval em algumas cidades começará no dia 04 de março 2011, porque em algumas já começou faz tempo hehehehe...
O ano de 2010 foi decepcionante pra mim no quesito cinema. Me mudei pra Cuiabá e uma das coisas que mais martelavam na minha cabeça durante toda a transição era que eu poderia ver uma quantidade homérica de bons filmes em primeira mão, na sua estréia, mas isso não aconteceu. Não pelo fato de "ir ao cinema", mas pela motivação de que poucos bons filmes, estariam lá a minha espera. Eram projetos caros, muito falados, esplendorosos visualmente, mas que não geraram aquela satisfação. Havia sim bons filmes, mas a maioria era... morno.
Foi chegando a metade do ano, e a situação mudou, até que no fim de 2010 e a mesa virou de tal forma que veio à compensar as frustrações com produções sensacionais, e agora no começo de 2011, somos brindados com ótimos filmes (e realmente, os melhores estão ali no Oscar), mas confesso que Cisne Negro, pra mim foi a maior surpresa de todos, até agora.
Eu não sabia muito bem do que se tratava, apenas sabia que Natalie Portman, uma das minhas Top 10 musas gringas, estaria nele, o que já era uma grande motivação pra assistir. O tempo foi passando e o fato de a moça ganhar o Globo de Ouro de melhor atriz, me fez ter o mínimo de curiosidade e enfim, assisti à esse filme fantástico.
Nele, Natalie Portman é Nina Sayers, uma bailarina de uma companhia novaiorquina. Sua vida, como a de todos nessa profissão, é inteiramente consumida pela dança e, incentivada pela árdua cobrança da mãe (uma bailarina frustrada) Nina ignora até mesmo suas próprias nuances, pela dança, até que Thomas Leroy (Vincent Cassel), decide substituir a bailarina principal, Beth MacIntyre (Winona Ryder), na apresentação de abertura da temporada e Nina é sua primeira escolha. Surge então uma concorrente: a nova bailarina, Lily (Mila Kunis), que deixa Thomas impressionado.
O Lago dos Cisnes, requer uma bailarina capaz de interpretar tanto o Cisne Branco com inocência e graça, quanto o Cisne Negro, que representa malícia e sensualidade. Nina se encaixa perfeitamente no papel do Cisne Branco, porém Lily é a própria personificação do Cisne Negro. As duas desenvolvem uma amizade conflituosa, repleta de rivalidade, e Nina começa a entrar em contato com seu lado mais sombrio, mexendo com seu psicológico.
A dualidade presente no balé “O Lago dos Cisnes” de Tchaikovsky é o ponto-chave do roteiro. Nele vemos, não só a interpretação durante a dança, mas o quão complexo é o psicológico de Nina e como toda a sustentação daquela moça inocente, doce, meiga e frágil rui por conta das exigências de Thomas (e dela mesma) para que ela encarne também o Cisne Negro, apelando para a exploração do seu lado obscuro e fazendo-nos refletir sobre os terrenos inexploráveis de nossos anseios e obsessões, afinal, qual a fagulha que acende a chama de nossa coragem pra mostrar realmente quem somos e o que queremos?
Toda essa sustentação dos medos e inseguranças de Nina e a mistura de ficção com realidade, imaginação com verdade, delírio e fantasia com fatos, fazem com que Cisne Negro, se torne o tipo de filme "cospe ou engole". Não tem um meio termo pra definir. Natalie Portman, em uma interpretação magistral, nos mostra o lado anárquico da protagonista em plena desintegração psicológica que, na tentativa de encontrar o lado mais selvagem, pra interpretar o cisne negro, cai em desequilíbro. É a típica moça antissocial, obsessiva, egoísta e capaz, que simboliza a hóstia dos pecados mortais daqueles que não tem o lampejo coragem necessário para serem o que realmente querem e que ficam focados apenas em projeções no horizonte que jamais saberão se são reais ou não. Nina foi lá conferir se sua projeção era real, e nos presenteou com essa obra. PUTAQUEPARIU, UM FILMAÇO!
Original, é isso que o filme é. Culpa do diretor Darren Aronofsky que é um cara que vai até as últimas consequências com seus personagens em sequências interessantes e que dão enfase na jornada pessoal de seus protagonistas, geralmente guiados por uma obsessão. Um filme do cara que eu particularmente achei arrebatador foi O Lutador, que, não por coincidência funciona meio como uma imagem espelhada para o Cisne Negro. Ambos brutalmente naturalistas e psicolóigicos. E não deixando de lado, outra interpretação que vale a fita é a da Mila Kunis. Meu Deus, como ela ficou tanto tempo na surdina. Por alguns instantes a Ucraniana rouba a cena, não só pela beleza, mas pela interpretação. Se não fosse pelas ótimas indicações para atriz coadjuvante, não seria de estranhar que ela estivesse lá, com um adendo FODA para a cena lésbica. YAY!
Natalie Portman está perfeita aqui, e eu recomendo Cisne Negro com todas as forças pra aqueles que querem se surpreender. E pra aqueles que quiserem fazer uma fézinha na moça pro dia 27 de Fevereiro, quando acontece a entrega do Oscar, onde ela está concorrendo como melhor atriz, eu cubro qualquer uma das apostas, E DOBRO! Alguém encara?
Bebe a segunda cerveja, a terceira, e assim por diante.O teu estômago manda uma mensagem pro teu cérebro dizendo "Caracas véio... o
cara tá bebendo muito líquido, tô cheião!!!"
Teu estômago e teu cérebro não distingüem que tipo de liquido está sendo ingerido, eles sabem apenas que é líquido.
Quando o cérebro recebe essa mensagem ele diz: "Caramba, o cara tá maluco!!! E manda a seguinte mensagem para os rins "Cara, filtra o máximo de sangue que tu puder, o hômi aí tá maluco e tá bebendo muito líquido, vamo botar isso tudo pra fora" e os rins começam a fazer até hora-extra, filtram muito sangue e enchem rápido a bexiga.
Daí vem a primeira corrida ao banheiro. Se você notar, esse 1º xixi é com a cor normal, meio amarelado, porque, além de água, vêm as impurezas do sangue .O rim aliviou a vida do estômago, mas você continua bebendo e o estômago manda outra mensagem pro cérebro "Cara, ele não pára, socorro!!!" E o cérebro manda outra mensagem pro rim: "Véio, estica a baladeira, manda ver aí na filtragem!!!"
O rim filtra feito um louco, só que, agora, o que ele expulsa não é o álcool ele manda pra bexiga apenas ÁGUA (o líquido precioso do corpo). Por isso que as mijadas seguintes são transparentes, porque é água. E quanto mais você continua bebendo, mas o organismo joga água pra fora, e o teor de álcool no organismo aumenta, e você fica mais "bunitim".
Chega uma hora em que você tá com o teor alcoólico tão alto que teu cérebro desliga você. Essa é a hora em que você desmaia... dorme... capota... resumindo: essa é a hora em que o teu... não tem dono!
Ele faz isso porque pensa "Meu, o cara tá a fim de se matar, tá bebendo veneno pro corpo, vou apagar esse doido pra ver se assim ele pára de beber, e a gente tenta expulsar esse álcool do corpo dele".
Enquanto você está lá, apagado (sem dono), o cérebro dá a seguinte ordem pro sangue "Bicho, apaguei o cara, agora a gente tem que tirar esse veneno do corpo dele. O plano é o seguinte, como a gente está com o nível de água muito baixo, passa em todos os órgãos e tira a água deles, e assim a gente consegue jogar esse veneno fora".
O sangue é como se fosse o Boy do corpo. E como um bom Boy, ele obedece às ordens direitinho e, por isso, começa a retirar água de todos os órgãos. Como o cérebro é constituído de 75% de água, ele é o que mais sofre com essa "ordem", e daí vêm as terríveis dores de cabeça da ressaca.
Então sei que, na hora, a gente nem pensa nisso, mas quando forem beber, bebam de meia em meia hora um copo d'água, porque na medida que você mija, já repõe a água.
Texto retirado de "O bar do Zé" e enviado por email pela minha irmã querida Samanta.
Olá amiguinhos, tranqüilo? Espero que sim, porque eu estou com aquela deliciosa ressaca pós baile do chopp. O Rock de Domingo desta semana, como vocês podem perceber está saindo excepcionalmente na Segunda por motivos de fuso-horário. Mas é feriado, então quem se importa?!
Pela primeira vez escrevo sobre uma banda que eu desconhecia totalmente. Gravei um CD de coletâneas de rock das antigas para minha amada @alitacontato. Muito Creedence, Roxette, Scorpions, Europe, Asia, Journey, Dire Straits, Kansas enfim, o bagulho era fino. Entre um novo clássico e outro, eu e a patroa ficamos fascinados por uma música que eu julguei ser Sex Pistols. Ok eu admito que não tem nada a ver, estava meio possuído pelo Santo Cachaceiro.
Googlando a letra descobri que a pérola pertencia ao Twisted Sister. A única vez que ouvi falar desta banda foi no Nerdcast de Rock. Só o que sabia, é que “se vestiam como travestis aggressive”, nas palavras do próprio Azaghal. Mas foi assistindo o clipe de We’re Not Gonna Take It que eu percebi que, como quase tudo dos áureos anos 80, os caras são tão toscos que dão a volta e se tornam foda pra caralho.
É impressionante como um bando de malucos maquiados como tias velhas, podem parecer muito machos, se valendo do poder do rock ‘n roll e letras fortes de desafio à autoridade. Twisted Sister é para mim, infelizmente, a prova de que só vou descobrir algo bom na música vasculhando o passado. Não se fazem mais roqueiros como antigamente... =/
Aqui o link da Wiki se você quiser saber sobre a história das Irmãs remexidas, chega de blá blá blá. Assistam o clipe:
Sou o mais novo fã de Twisted Sister. Agradeço aos deuses do Rock por ainda me surpreender!
Uma opinião bem particular para as meninas que me lêem agora é que se conheçam, se toquem, conheça o seu corpo como ninguém, porque só conhecendo muito bem o seu instrumento "de trabalho" é que você vai ter autonomia pra dizer ao seu parceiro
OBS: Na foto mostra até onde fica o ponto G, alguém aí ja achou algum??
Depois de quatro domingos em estado de hibernação, o Rock de Domingo retorna suas atividades neste famigerado sétimo dia da semana. Com uma escolha que se pode dizer até que óbvia, pois quem não curte um Guns??? Slash, Axl e sua patota conseguem ser carne-de-vaca: conhecidos por toda massa muda AND ao mesmo tempo, venerados por undergrounds e headbangers da vida.
Apesar de fã, incondicional e declarado neste blog, do NIRVANA e do IRON MAIDEM reconheço que os caras do Guns N' Roses tinham tudo nas mãos para ser a maior banda de todos os tempos até hoje em toda minha vida!!! Mas preferências pessoais a parte, lhes afirmo que eles se perderam no caminho.
Um conflito de gênios pode-se dizer: Axl Roses, um dos melhores vocalistas de todos os tempos ao lado de Slash, um dos melhores guitarristas de todos os tempos (ênfase no termo melhor para o Slash) em performances de letras e arranjos nunca antes vislumbrados. Seria perfeito se não fossem os egos em questão (ênfase no termo ego para Axl). Axl se achou o dono da banda, mandando e desmandando, demitindo integrantes á seu bel-prazer. O que resultou na revolta de Slash e conseqüentemente seu pedido de demissão.
A história da banda você cara leitor pode encontrar em qualquer WikiPedia da vida, mas a questão é a seguinte: Guns N’ Roses não é mais o que era sem Slash, não é o que era apenas com Axl, não seria o que era sem Axl e Slash não é grande coisa fora do Guns. Isto meus amigos se chama paradoxo! O Guns foi uma estrela cadente que brilhou muito forte e chegou a cegar muita gente... Mas acabou por se consumir em seu próprio brilho.
O que nos resta é aproveitar os clássicos que povoaram nossa adolescência nos anos 90, a maioria vinda dos álbuns Use Your Illusion:
O tão temido TAMANHO DO PÊNIS.
O pênis dos outros é maior: Essa situação é muito comum e na maioria das vezes sem fundamento médico. Esses pacientes reclamam do comprimento do órgão mesmo com ereção e penetração vaginal normais.
Domingão, calor do Centro-Oste, Brahma na mão, cá estou para o terceiro episódio do nosso Rock de Domingo! Hoje apelei para os avos do Rock: Jimmy Page (guitarra), Robert Plant (vocalista e gaita), John Bonham (bateria e percussão) e John Paul Jones (baixo e teclado); pela união dos seus poderes eles são o Led Zeppelin.
Sim amigos, aquela banda, da terra da rainha, formada em Setembro de 1968. Teve seu auge na década de 70, tinha músicas enooormes e shows, por sua vez, maiooores ainda. As letras críticas e filosóficas, os solos sofisticados e demorados, somados e toda a psicodelia que eram a marca da banda e do rock progressivo que surgia. Cada filho de Deus que hoje pode ouvir sua banda de hard rock/ heavy metal preferida deve ao menos um mísero obrigado ao Led!
Deixo vocês com o datadíssimo clip de Stairway To Heaven:
A melodia deste Dia do Sol é um tanto quando romântica, mas sem perder o espírito do bom e velho Heavy Metal. E bota bom e velho Heavy metal nisso, pois estamos falando dos imortais maquiados do KISS. Gene Simmons (baixo), Paul Stanley (vocal), Tommy Thayer (guitarra) e Eric Singer (bateria) não são apenas sacerdotes do rock, mas também revolucionários do meio.
Além de claro ajudarem a escrever a bíblia do Heavy Metal, os maquiados transformaram o "rock star way of life" em algo grandioso e muuuito lucrativo. Genne Simmons transformou a banda em uma marca e seus personagens em seus principais canais de propaganda. É possível encontrar todo tipo de quinquilharia com a marca Kiss. Se você hoje pode sair na rua usando a camiseta de sua banda favorita, com certeza deve isso ao Kiss
Para seu deleite Kiss - Forever:
Há muito tempo, depilar rigorosamente a virilha deixou de ser apenas uma questão de estética ou higiene por parte de mulheres que vestem maiôs e biquínis cavados. Caprichar no que se tornou uma verdadeira produção visual dos pêlos pubianos virou a realização dos pedidos de maridos e namorados cheios de fantasias sexuais ou não, pois o simples fato de estar depiladinha jé melhora em (ao meu ver) 80% do ato sexual . De uma maneira geral, as brasileiras não gostam muito de pêlos. Preferem depilação cavada ou, em muitos casos, completa, estilo "menininha", (que particularmente eu nao gosto). Mas, hoje em dia, existe de tudo... A parte íntima da mulherada ganha formas inusitadas, como frutas, coração, lua. Uma verdadeira arte em depilação que os parceiros incentivam e adoram!
E isso acontece mesmo! As depiladoras utilizam moldes descartáveis (tipo stencil) e depilam ao redor. Em alguns casos pode-se também "completar" as regiões que não têm pêlos com henna temporária. Dessa forma é possível destacar mais os desenhos solicitados e também corrigir falhas. A depilação íntima nas mulheres têm, inclusive, vocabulário próprio. Veja só:
- virilha cavada ou biquíni - refere-se à retirada dos pêlos em volta do biquíni.
- depilação completa - refere-se à virilha toda, região pubiana e bubum.
- bigodinho de Hitler - refere-se a retirada total da região do bubum e deixando na frente apenas uma moitinha de pelos curtos.
Entre outros apelidos que são um tanto quanto irreverentes e apesar a dor vale muito a pena, oooooo se vale!!
E aí, qual você prefere??
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| Tipos de depilaçao! |
É nobres leitores! Domingão, ressaca na cabeça, aquele gosto de meia usada na boca, mas já com aquela Brahma gelada na mão para sobreviver a isso. Nada melhor para começar bem a semana que uma boa dica de música... Seja um clássico das antigas ou um novo sucesso, como a dica de hoje.
Começamos esta tag com "A MAIOR BANDA INDEPENDENTE DO BRASIL, PORRAAA!!!". Os bêbados e pervertidos do Velhas Virgens surpreenderam o mainstreaming ano passado com o álbum Ninguém Beija Como as Lésbicas, que na minha opinião é o melhor disco do grupo. Conta com clássicos-nati-feitos como O Amor é Outra Coisa, Eu Bebo Pra Esquecer e Essa Mulher Só Quer Viver Na Balada que elevaram o patamar da banda de apenas underground para aceita pela mídia em geral, mas sem perder a sua essência.
Nas palavras do próprio Paulão: "A gente toca o Rock'n Roll mesmo, é tudo fora de moda eu sei rock, putaria... Vão se fuder vocês da imprensa que não gostam de Rock'n Roll! Por isso nós temos que botar pra fuder mesmo, porque meu pau é maior que o deles!" Será que eu ouvi um Amém?
No clip abaixo você curte a nova formação









































